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13/07/11

BMW EXPÕE CARROS PINTADOS POR ARTISTAS PLASTICOS




“Marca alemã reuniu os seus carros mais emblemáticos num museu virtual”

Aproxima-se o 40º aniversário da “divisão cultural do Grupo BMW”, o fabricante decidiu reunir os seus carros mais emblemáticos num museu virtual. A fonte refere que se trata de uma noticia da Exame brasileira. A colecção designada por “BMW art cars”, tem vindo a ser desenvolvida pela marca ao longo dos anos, em “colaboração com artistas plásticos, renomados.”

“Neste âmbito, os modelos da BMW já passaram pelas mãos de nomes como Roy Lichtenstein, Andy Warhol e Frank Stella, garantindo-lhes lugar de destaque em espaços como o Louvre (Paris), Royal Academy (Londres) e o Whitney Museum of Modern Art (Nova Iorque).

O conceito dos “BMW art cars” surgiu da mente do francês Hervé Poulain, apaixonado por carros de corrida, quando, em 1975, pediu ao artista Alexander Calder que pintasse de forma única o carro com o qual correria nas 24 Horas de Le Mans. Tratava-se de um BMW 3.0 CSL e o resultado não deixou os fãs deste desporto indiferentes.”


Reportagem sobre o carro redesenhado por Andy Warhol, artista plástico e figura de proa do movimento pop art:





Ana J.
Fonte: Marketeer

CURIOSIDADE - Homens olham para a cara, mulheres para o peito

“EyeTrackShop fez uma pesquisa para descobrir de que maneira o género do consumidor influencia a forma como olha para os anúncios na internet"
A “EyeTrackShop,” empresa criadora da tecnologia de rastreamento ocular, efectuou uma pesquisa para descobrir de que maneira o género do consumidor influencia a forma como ele olha para os anúncios na internet. Segundo o Blue Bus, as diferenças são poucas, homens e mulheres têm comportamentos muito parecidos, é a conclusão da pesquisa. “Mas num anúncio com uma modelo de biquini, os homens olharam em primeiro lugar para o rosto, e as mulheres, para os seios!”
Ana J.
Fonte: Marketeer

12/07/11

PAGAMENTOS POR "SMARTPHONE E TABLETS"

“Além de permitir a expansão dos negócios para novos mercados, nova funcionalidade é uma resposta aos novos hábitos de compra dos consumidores.”

Segundo a fonte, a Unicre disponibiliza uma plataforma que permite aos comerciantes aceitarem o pagamento das compras online, a partir de um smartphone ou tablet PC, com qualquer cartão.

“Ao adoptarem a solução Redunicre E-Commerce, os sites de comércio online reconhecem o browser e adaptam-se, de forma automática, ao ecrã do smartphone ou tablet a partir do qual está a ser feita a compra.” É uma solução que permite a expansão dos negócios para “novos mercados” e também como resposta aos “novos hábitos de compras dos consumidores.”

Os utilizadores, tem também ao seu dispor uma ferramenta de análise transaccional, que faz a gestão de pagamentos realizados via Web, que possibilita a consulta e controle das vendas realizadas, dando acesso a todos os detalhes da cada transacção.

É de referir que se trata de um “serviço certificado com o protocolo de autenticação 3D Secure, um processo desenvolvido pelas principais marcas de cartões de crédito, que possibilita a autenticação de todos os intervenientes numa transacção virtual, prevenindo, assim, a utilização fraudulenta dos cartões», afirma a marca em comunicado.”
Ana J.
Fonte: Marketeer


11/07/11

Lanidor com t-shirts anti-Moody’s


"Peça de roupa pretende ser um manifesto e um apelo à mobilização"

No dia 15 de julho, a Lanidor distribuirá gratuitamente às suas clientes LA Card 10.000 t-shirts anti Moody’s, uma iniciativa decidida na sequência do anúncio da Moody’s do passado dia 6 de Julho. «Esta t-shirt é um manifesto e um convite à mobilização! Compete não só aos políticos mas também a cada um de nós mostrar que estamos unidos na indignação e na vontade de superar a crise. E utilizamos o inglês para que a Moody’s possa perceber o que dizemos», explica João Pedro Xavier, presidente do grupo e mentor da ideia.
As t-shirts serão distribuídas em toda a cadeia Lanidor e não poderão ser vendidas. João Pedro Xavier, explica o que o motivou: «Quem não  sente não é filho de boa gente. Todos nós sabemos que Portugal tem problemas e que temos pela frente o árduo desafio de honrar os nossos compromissos, mas não somos lixo e não nos sentimos lixo! A desclassificação do rating decretada pela Moody’s é um ataque injusto, provocatório e suspeito. Não podemos ceder perante tal tipo de pressões.»

Ana J.
Fonte: Artigo da  Marketeer


10/07/11

NOVE RAZÕES PARA TROCAR O FACEBOOK PELO GOOGLE (+)

Pode o Google+ roubar usuários do Facebook? A julgar pelos novos recursos e pela integração com as ferramentas essenciais da Google, sim.
 Quando alguém pergunta “pode o Google+ vencer o Facebook?”, essa pessoa está, na verdade, revelando que não entendeu direito a questão. Não se trata do confronto entre um site e outro: o Google+ é mais que isso. A razão pela qual o Google chama o Google+ de “ projeto” é que o Google+ vai se tornar uma peça fundamental em tudo que existe com a marca Google. Ele vai reformular a empresa inteira. Portanto, a verdadeira questão é: “Pode a Google vencer o Facebook?” Dito desta forma, a competição parece muito mais intensa.
 O Facebook, é claro, leva uma vantagem enorme, mas há boas razões – nove, pelo menos – para que as pessoas considerem seriamente trocar o Facebook pelo Google +.
 1. Integração com serviços do Google
 O maior apelo que a Google tem para atrair as pessoas rumo ao Google+ é a integração. Ou seja, a Google vai construir recursos e ferramentas Google+ em quase todos os seus atuais serviços online, de pesquisas a vídeos. O Google + já está aparece na barra de navegação no canto superior direito de quase todos os produtos Google, o que permite que você monitore todos os eventos Google + (atualizações, mensagens, etc.), além de compartilhar conteúdo com amigos, sem nunca abandonar o serviço Google que estiver usando.
 Milhões e milhões de pessoas usam os serviços gratuitos do Google (Gmail, Docs, Busca, etc.). E, com o Google+ tão ligado a eles, vai parecer tolice abrir algum outro site (como o Facebook) para trabalhar com sua rede social.
 2. Gestão do “melhor amigo”
 A Google acredita que o conceito de círculos (“Circles”) tem mais a ver com nossa forma de fazer amigos na vida real. Todos nós mantemos vários graus de amizade e costumamos interagir com nossos vários amigos de maneiras muito diferentes. O recurso Grupos do Facebook até permite formar grupos de amigos. Mas, se comparado com a forma como isso é feito no Google+, o jeito arranjado pela rede social de Mark Zuckerberg parece complicado. Afinal, o recurso Grupos do Facebook grupos é bastante novo e foi “construído sobre” algo existente, ao passo que os “círculos” de amizade são a base da plataforma Google+.
 3. Um app móvel melhor
 Se você usa o sistema Android, vai perceber que enviar conteúdo do celular para a plataforma social é mais fácil, claro e funcional com o app móvel do Google +. O aplicativo já é ótimo, mas pode acreditar que a Google vai procurar mais e mais maneiras de fazer de seu Android uma interface transparente para a plataforma Google+.
 A Google espera usar sua imensa base de usuários do Android como uma ponta de lança contra o Facebook, cujo app móvel, embora tenha boa aparência, sofre com uma usabilidade meio desajeitada.
 4. Encontrar coisas para compartilhar é mais fácil
O recurso Sparks do Google+ é outro diferencial importante em relação ao Facebook. O Spark consiste na exploração, pela Google, do potencial de seu motor de buscas de uma forma que o Facebook não pode fazer – dar aos usuários uma fonte imediata de informação relevante para compartilhar com os amigos.
 Como o Facebook não tem motor de busca, seus usuários precisam sair do site caso queiram encontrar dados compartilháveis – ou esperar que seus amigos a compartilhem. A pergunta “como posso encontrar coisas para compartilhar” é imediatamente respondida com o Sparks.
 5. Você pode ter seus dados de volta
 O Facebook é conhecido por seu fraco empenho em zelar por dados pessoais. Você é forçado a tornar “públicas” certas partes de seus dados pessoais, por exemplo, e é muito difícil excluir permanentemente seu perfil no Facebook.
 A Google, por outro lado, permite que você pegue todos os dados que você depositou no Google+ e vá embora. Isto é feito através de uma ferramenta chamada “Libertação de dados” (Data Liberation). Com apenas alguns cliques, você pode fazer o download de dados de seus álbuns no Picasa, seu perfil no Google, seu fluxo no Google + e no Buzz e todos os seus contatos.
 6. Marcação de fotos melhorada
 Ao visualizar fotos no Google +, você pode aplicar “marcas” (tags) às pessoas que aparecem nelas da mesma forma como faz no Facebook. Basta desenhar um pequeno quadrado em volta do rosto de uma pessoa e, em seguida, digitar seu nome na caixa que surgir (ou escolher um dos nomes oferecidos pelo Google+).
 Mas há uma grande diferença na maneira como o Google lida com o aspecto privacidade na marcação de fotos. Quando alguém aplica uma tag, você vê esta nota: “Ao adicionar esta tag, você irá notificar a pessoa que você a marcou. Elas serão capazes de ver a foto do álbum e afins.” O Facebook, por outro lado, não se esforça para avisar que as pessoas foram marcadas (possivelmente em uma foto comprometedora), o que daria a elas uma oportunidade de remover a tag.
 Além disso, o Google sabiamente não usar softwares de reconhecimento facial, tal como o que o Facebook usa para identificar automaticamente pessoas em fotos enviadas para álbuns do usuário.
 7. Melhor bate-papo em grupo
 Em bate-papo, o Google+ tira facilmente o Facebook de campo. A montagem de chats de vídeo em grupo usando o recurso Handgouts no Google+ é fácil, e formar grupos para uma conversa rápida parece ser algo natural e divertido de se fazer em um ambiente de rede social.
 Da mesma forma, o novo app móvel Huddle torna mais fácil para donos de dispositivos móveis (Android) iniciar bate-papos de texto em grupo. O Facebook simplesmente não tem algo parecido.
 8. Compartilhamento seguro de conteúdo
 Os defensores da privacidade há muito tempo tem convocado os sites de redes sociais para deixar que os usuários atribuam um grau de privacidade para cada parcela de conteúdo que compartilham, em vez de usar uma lista de configurações predefinidas para governar todos os dados.
 A Google, obviamente, ouviu esses apelos e incorporou essa capacidade ao Google+. Por exemplo, quando eu compartilho um artigo ou carrego uma imagem da câmera, o Google+ permite que eu escolha com quais círculos de amizade eu gostaria de compartilhar esse conteúdo. Vantagem para o Google+.
 9. A Google zela melhor por seus dados pessoais
 Administrar uma rede social consiste principalmente em zelar de forma responsável pelas informações pessoais dos usuários. O Facebook é uma empresa jovem e veloz que tem-se mostrado arrogante em seus movimentos, sem muito respeito à privacidade dos dados do usuário e propenso a incidentes.
 A Google, por outro lado, é uma empresa muito mais madura que, a meu ver, é vista como mais confiável que o Facebook. Na maior parte do tempo, o Google tem defendido seu lema “Não seja má”. Qual empresa você preferiria ter como zeladora de informações que podem identificá-lo pessoalmente?

Ana J.
Fonte: Inovação & Marketing

Nota: Artigo sem alterações em relação à fonte

09/07/11

HOTÉIS E RESTAURANTES EM PORTUGAL 19% MAIS BARATOS QUE A MÉDIA DA UE


Restaurantes e hotéis do país praticam preços 19% inferiores à média da União Europeia, e” respondem pelos preços mais baixos dos 15 membros mais antigos.” Estes são dados avançados pelo Eurostat, adiantando ainda que, em relação a Espanha,” os preços de venda portugueses são inferiores em 14%.”

“O posicionamento competitivo da oferta turística nacional é suportado, em exclusivo, pelas empresas de hotelaria e restauração, que contribuem ao nível das exportações com mais de 8 mil milhões de euros para a balança comercial.”
A fonte adianta ainda que, desde a entrada em vigor da moeda única, em 2002, “os preços de venda sofreram um aumento acumulado de 6,5%, em contrapartida à inflação, de 26,7%, e ao aumento médio da massa salarial, de 24,8%.”
Quanto ao IVA que representa 13%, em Portugal, em Espanha é actualmente de 8%, e de 5,5% em França. “A Irlanda está a reduzir a taxa do seu IVA na Restauração de 13,5 para 9%.

“A inflação actual de cerca de 4%, a par dos aumentos dos preços dos produtos alimentares e da quebra média do consumo (que na restauração, por exemplo, ronda os 30% no período homólogo deste ano), levam ao encerramento diário de dezenas de estabelecimentos. De facto, foram cerca de 4 mil em 2010 (segundo dados do INE) os que não suportaram a pressão dos custos operacionais, face à quebra de receitas.”

Informações da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) os seus associados estão no limiar da sua capacidade de endividamento, estando em risco cerca de 80 mil micro, pequenos e médios estabelecimentos, com mais de 350 mil postos de trabalho. Por esse motivo, ” a AHRESP está a iniciar a operação do Gabinete de Crise, no âmbito do seu Balcão Único Empresarial (BUE). A estratégia tem em vista o reforço da sustentabilidade e do desenvolvimento, cooperando na análise, diagnóstico, financiamento e gestão das empresas suas associadas.”
Ana J.
fonte: Inovação & Marketing

08/07/11

iPAD RESPONSÁVEL POR 1% do TRÁFEGO DA WEB

“Gadget da Apple é responsável por 96,8% do tráfego gerado nos tablets”

Segundo os dados da “NetMarketShare” divulgados pelo Blue Bus, o iPad gera 1% do tráfego da web no mundo e 2,1% nos EUA. “Quando se analisa os dados referentes apenas aos tablets, 14 meses depois do seu lançamento, com mais de 25 milhões de unidades vendidas, o gadget da Apple é responsável por 96,8% do tráfego gerado.”

Ana J.
Fonte: Marketeer