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22/07/11

A “Start-up” portuguesa Stat-Track Technologies Lda. lançou a Hole19


"Start-up portuguesa cria app para golfistas”

Segundo a fonte,“ Hole19 - Smarter Golf, é uma plataforma web e mobile destinada a golfistas, em que está incluído um site e uma aplicação para iPhone, disponível na App Store da Apple. A app Hole 19 é compatível com o iPad 3G e estará disponível para smartphones com sistema Android ainda em 2011.

Esta nova ferramenta “que venceu o prémio Nacional de Indústrias Criativas (Unicer/Serralves) disponibiliza funcionalidades que têm por objectivo ajudar os golfistas a melhorar o seu jogo.” Permite obter uma vista aérea do campo, escolher um ponto no mapa, medir distâncias ou preparar as jogadas, de entre outras funcionalidades. Através do posicionamento do GPS, a Hole 19 calcula, de forma automática, “a distância da pancada com cada taco e recomenda ao jogador o taco ideal, com base nas distâncias personalizadas do utilizador.”

A aplicação inclui “ a maioria dos campos de Golfe em Portugal, e em breve disponibilizará “campos completos em Espanha,” bem como alguns dos principais courses internacionais.

A fonte refere ainda que, “este processo pode ser acompanhado no site http://www.hole19golf.com/ onde, em tempo real, se podem analisar os dados estatísticos, partilhá-los com a comunidade através do site, do Facebook ou do Twitter, e optimizar o jogo recorrendo à opinião de instrutores profissionais, através do serviço Hole 19 Academy”

Para o iphone a aplicação terá um custo de €9.99 durante os primeiros 30 dias, como oferta de lançamento. Depois passará a custar €29.99, combinando o acesso da plataforma mobile com a plataforma de internet de uma forma integrada.
Ana J.
Fonte: Marketeer

20/07/11

ANÚNCIOS NO FACEBOOK – PREÇOS SOBEM

“Valores subiram 74% em 2010, de acordo com o Financial Times”

O preço dos anúncios publicitários no Facebook está a crescer rapidamente, devido a um maior investimento das marcas no recurso às redes sociais.” De acordo com o Financial Times, um estudo elaborado pela TBG Digital conclui que, no último ano, os preços subiram em 74%.”

A fonte refere que, os custos com a publicidade display na rede social também aumentam anualmente 45% nos EUA, Reino Unido, França e Alemanha, onde a cobrança é feita por milhares de impressões.

“Segundo o Marketing News, que cita o Financial Times, Simon Mansell, CEO da TBG explicou que os anunciantes que têm feito um esforço significativo para marcar presença na web estão agora a desviar para o mundo digital os recursos anteriormente destinados aos meios tradicionais. Neste sentido, o profissional destacou anunciantes de sectores como o de alimentação e bebidas, retalhistas, grupos de entretenimento e marcas de automóveis.”

O director de marketing global da Efficient Frontier Jonatham Beeston, “ prevê que no final de 2011 os preços de publicidade no Facebook tenham um crescimento de 80% em relação aos do ano passado.”

Mesmo com os preços dos anúncios a crescerem rapidamente, continuam a ser mais económicos comparados com outros meios online, “relembra Ian Maude, da Ender Analysis.”
Ana J.

Fonte: Marketeer

19/07/11

AS MARCAS MAIS REPUTADAS: CONTINENTE, PINGO DOCE, FNAC, WORTEN E IKEA



“Conclusão é do estudo Marktest Reputation Índex - Grande Distribuição”

A marca portuguesa com “reputação mais elevada junto dos consumidores”, é o Continente. Esta conclusão é da “Marktest Reputation Índex - Grande Distribuição” (MRI).Segundo a fonte, a Marketest efectuou um estudo em que faz a analise da reputação das marcas de vários sectores de actividade económica, “tendo em conta factores como a confiança, a imagem e a satisfação.”
São ainda referidos pela fonte os seguintes dados. “Num índice de 0 a 100 o Continente foi, de facto, a marca de distribuição que registou um MRI mais elevado (79,17). É também a marca que transmite a maior confiança (8,13) e que assume a melhor imagem (8,12). Em seguida, no ranking geral, surge o Pingo Doce, com um MRI de 77,89. A insígnia do Grupo Jerónimo Martins vence o Continente em termos de satisfação (8,25 contra 8,20 do Continente) e de recomendação (8,21 contra 8,18). No top 5 das marcas com melhor reputação, e a liderar o ranking do sector de distribuição não alimentar, surge a Fnac (MRI de 77,11), seguida pela Worten (76,22) e pelo Ikea (74,83).”
“No Reputation Índex da Marktest para a Grande Distribuição foram analisadas as marcas Continente, Dia Minipreço, Intermarché, Jumbo, Lidl, Pingo Doce, AKI, Decathlon, El Corte Inglés, Fnac, Worten, Leroy Merlin, Ikea, Sportzone, Media Markt, Wells, Rádio Popular e Vobis.”

O universo adoptado para efectuar o estudo, foi “constituído por indivíduos de 15 e mais anos”, residentes em Portugal Continental. Sendo a amostra constituída por cerca de 1512 indivíduos.

Ana J.
Fonte: Marketeer

18/07/11

Co-branding: marcas que geram valor

Por André Banchi Alves*

 A estratégia de unir duas marcas é cada vez mais comum no mundo do marketing, principalmente, por grandes empresas. Denominada de “Co-branding”, a união de marcas se traduz em ganhos financeiros, melhoria da imagem do produto ou empresa, aumento de vendas, expansão de market-share e penetração em um novo mercado. A sinergia gerada com a cooperação entre duas marcas que trabalham juntas é realmente significante.
 Contudo, os desafios apresentados pelo Co-branding precisam ser considerados. Se já é difícil gerenciar uma única marca, monitorando todas as variáveis que impactam no negócio, o que dizer da gestão de duas ou mais marcas operando juntas e ao mesmo tempo?

Para ter sucesso nesta empreitada, em primeiro lugar, deve-se escolher qual marca tem afinidade com o seu negócio e se esta relação é do tipo “ganha-ganha”. Uma regra simples para a escolha da parceria é avaliar se o resultado do Co-branding será maior do que o valor das marcas atuando sozinhas. Além disso, verificar se as marcas estão em um mesmo nível de importância e reconhecimento no mercado também é importante. Caso contrário, a marca mais forte emprestará mais atributos de imagem positivos do que receberá.
Depois, deve-se avaliar se, entre as empresas ou marcas, existe um alinhamento de valores, visão de negócio e ideologia. As companhias interessadas no Co-branding devem calcular se esta cooperação entre as marcas gerará benefícios reais para seus consumidores. Os gestores das marcas têm que pensar na estratégia e levar em consideração o tempo de duração desta parceria, investimento necessário e riscos da operação. Por isso, é importante definir as responsabilidades desta operação. Quem cuida do quê?

Não existe nenhum impedimento para que uma marca realize uma ação de Co-branding. Com a grande oferta de produtos em quase todos os segmentos, é muito difícil não haver marcas sinérgicas ou complementares. Se tudo for feito e planejado da maneira correta, podemos dizer que uma ação de Co-branding agrega valor já a partir do primeiro momento em que as marcas se apresentam no mercado juntas, seja em um produto, anúncio ou em qualquer outro meio, pois as empresas passam a somar suas qualidades funcionais.

O Co-branding também pode ser utilizado como uma importante ferramenta de marketing em situações em que a empresa encontra-se atuando em um mercado saturado de marcas e com as mesmas ofertas. Neste caso, a união de forças entre duas marcas complementares cria um diferencial competitivo dentro deste cenário. Um exemplo desta estratégia é o caso OMO e Comfort. As duas marcas pertencem a mesma empresa que lançou um novo produto OMO “com um toque de Comfort”.

Outro momento importante para se pensar em Co-branding é quando se pretende entrar em um mercado novo, onde ela não atuava e não possui nenhuma experiência. Neste caso, a proximidade com uma marca já estabelecida é a melhor forma de “pegar carona” e encurtar o caminho para este novo segmento. Por exemplo, o caso Apple e Nike. A Apple desenvolveu um dispositivo para ser colocado dentro dos tênis da Nike, que enviava informações para o iPod com a distância percorrida e tempo. A estratégia da empresa com este produto era associar a sua marca a um dos esportes que mais cresce no mundo: a corrida de rua.

A circunstância mais comum para se encontrar exemplos de Co-branding é em patrocínios. Seja no campo esportivo, cultural ou artístico, a associação de marcas a um determinado atleta, peça de teatro ou show, comunica uma intenção clara da empresa com esta ação. São inúmeros os casos que ilustram esta estratégia. Um que foi um grande sucesso em função da parceria e dos resultados alcançados foi a Marlboro com a equipe Ferrari, na Fórmula 1.

As marcas que conseguem ter uma operação consistente em seus segmentos sentem-se à vontade para definirem ações de Co-branding com outros parceiros. Neste caso, ambas só têm a ganhar. Com o grande número de marcas existentes no mercado, uma saída para buscar espaço e diferenciar-se é a soma do “brand equity” das marcas.

Com o aumento significativo de fusões e aquiições em todo mundo, alguns setores passam por uma fase de consolidação, onde poucas empresas terão acesso a muitos mercados. O Co-branding, neste caso, pode ser uma boa saída para competir com esses gigantes globais. A união de duas marcas pode fazer frente às marcas líderes de um determinado segmento e surpreender seus concorrentes.

 * André Banchi Alves é administrador com MBA em Gestão Empresarial pelo Centro de Estudos Empresariais e diretor de branding da Cauduro Associados.
Ana J.
Fonte: Mundo do Marketing

Nota: o artigo está integralmente como a fonte, por achar muito interessante, espero que os leitores gostem.

16/07/11

GINGER ROGERS – 100 anos


Ginger Roger (July 16, 1911 – April 25, 1995) was an American actress, dancer, and singer who appeared in film, and on stage, radio, and television throughout much of the 20th century.
During her long career, she made a total of 73 films, and is noted for her role as Fred Astaire's romantic interest and dancing partner in a series of ten Hollywood musical films that revolutionized the genre.





Ana J.

Font: Wikipedia and YouTube

15/07/11

MINI OUTDOORS PARA SMART





“BBDO de Toronto criou outdoors em miniatura que celebram a beleza de ser pequeno"

Segundo a fonte, a “BBDO de Toronto” teve a ideia de criar outdoors que seguissem a mesma lógica dos Smart, carros de dimensão reduzida, e que o fabricante refere como sendo os que causam menos impacto ao meio ambiente. Surgiram assim outdoors em miniatura que celebram a beleza de ser pequeno! A notícia foi avançada pelo I Believe in Advertising .


Ana J.
Fonte: Marketeer