Marketing, turismo, marcas, inovação,tecnologia, actualidade, fotografia

26/08/11

RECEITAS DO TURISMO CRESCERAM 8,4 POR CENTO



Segundo a Revista de Turismo de Lisboa, “as receitas geradas pelos turistas estrangeiros em Portugal atingiram 2.590 milhões de euros nos primeiros cinco meses de 2011, montante que reflecte um aumento de 8,4 por cento (+ 200,7 milhões de euros) face ao mesmo período do ano passado, indicam dados do Banco de Portugal.”

Os resultados contribuíram para o aumento do saldo da balança turística em 14,4%, o que demonstra o “contributo crescente do sector para a economia nacional e o equilíbrio das contas externas.”

Como refere a fonte, todos os mercados estratégicos contribuíram para o crescimento das receitas até Maio, com destaque para o Reino Unido e França. No mês de Maio, as receitas deixadas pelos turistas britânicos em Portugal tiveram um aumento de 14,8 por cento (mais de 17 milhões), em relação aos franceses aumentaram 7,9 por cento (7,2 milhões), em comparação com igual período do ano passado. Como é sabido o Turismo é a principal actividade exportadora nacional.” Em 2010 representou 14 por cento das exportações de bens e serviços e 43,3 por cento das receitas das exportações de serviços.

Ana J.
Fonte: Revista de Turismo de Lisboa

 


21/08/11

GOOGLE ADQUIRIU A MOTOROLA



“O gigante americano da internet Google comprou a unidade de telemóveis da Motorola, a Motorola Mobility, por 12,5 mil milhões de dólares, cerca de 9 mil milhões de euros,” cujo objectivo é impulsionar o seu sistema operacional Android.

A Motorola Mobility foi um dos primeiros fabricantes de telemóveis a optar totalmente pelo Android, um sistema de operação aberto, ao contrário do seu grande rival, a Apple, acrescenta a fonte. “A operação teve o apoio unânime do conselho administrativo dos dois grupos e os seus dinamizadores esperam concluí-la entre o fim de 2011 e o início de 2012.”

A fonte refere ainda que, o negócio marca também a chegada do grupo “Mountain View, da Califórnia, ao mundo do hardware”, uma revolução, já que até ao momento dominava apenas a área de software e serviços. “A aquisição da Motorola Mobility, parceira devota do Android, vai permitir ao Google reforçar o ecossistema do Android e vai intensificar a concorrência na comunicação móvel”, como adianta o grupo americano em comunicado, citado pela AFP.

Recorde-se que a Motorola viu a sua posição, antes dominante no mercado, desafiada pela Nokia, e depois pelos fabricantes de smartphones, como a Apple e a RIM (BlackBerry). Apesar desta operação, a Google assegurou que o Android permanecerá aberto a todos os fabricantes de telefones.

Ana J.
Fonte: Meios & Publicidade

20/08/11

RÚSSIA – Turistas no espaço a partir de 2014


“A corporação espacial russa Energuia, fabricante das Soyuz, anunciou nesta segunda-feira que está construindo uma nova nave tripulada para enviar turistas para a órbita da Lua a partir de 2014.”

Segundo a fonte, a construção está em fase inicial, quem o afirma é Vitali Lopotá, presidente e engenheiro chefe da Energuia, à agência “Interfax”, destacando que as novas naves Soyuz estarão especialmente equipadas para “a realização de programas comerciais com tripulantes não profissionais”.

O orçamento do projecto, o número de turistas que viajarão em cada voo e o preço que terão que pagar para fazer parte da odisseia espacial, já foram negociados pela Energuia.

“No caso da Soyuz com os turistas a bordo se limitar a rodear a Lua e retornar à Terra, o voo se prolongaria durante 8 ou 9 dias; se a viagem incluir uma visita à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), duraria até três semanas.”

Como é sabido, já viajaram para a ISS sete turistas espaciais, foram eles o americano Dennis Tito (2001) sendo o primeiro a viajar à plataforma, o sul-africano Mark Shuttleworth (2002) e o americano Gregory Olsen (2005).A americana Anousha Ansari foi a primeira turista mulher a viajar para a estação em 2006, seguida do americano de origem húngara Charles Simonyi (2007) e de Richard Garriott, filho do ex-astronauta americano Owen Garriott.

O único turista a repetir a experiência foi Simonyi em Março de 2009, enquanto o fundador do Cirque du Soleil, o canadense Guy Laliberté, foi o último amador a visitar a ISS, de onde dirigiu um espectáculo realizado nos cinco continentes para alertar o mundo sobre o problema da escassez de água.

Devido à grave crise de financiamento que afectou o seu programa especial após a queda da União Soviética, a Rússia recorreu ao turismo espacial no início da década passada sendo a primeira potência a enviar um homem ao espaço em Abril de 1961.

No entanto, em 2009 o país decidiu suspender as visitas devido à falta de espaço, uma vez que a tripulação da ISS duplicou para até seis tripulantes, e também devido à decisão dos Estados Unidos de interromper os voos das suas naves.

Ana J.
Fonte: Exame

19/08/11

Coca-Cola investe 2,7 MME na China até 2014


“Coca-Cola investe na China, o terceiro mercado para a marca”


Quatro mil milhões de dólares, cerca de 2,7 mil milhões de euros, é quanto a Coca-Cola vai investir na China, nos próximos três anos.

De acordo com o Hipersuper, a informação é avançada pelo director-geral da empresa americana, Muhtar Kent, em entrevista ao The Wall Street Journal. Muhtar Kent refere ainda que este é o terceiro mercado para a marca, depois dos EUA e do México, mantendo a China «um crescimento de dois dígitos».

Ana J.
Fonte: Marketeer

16/08/11

A influência de Celebridades no comportamento de compra

Por Carla Simone Castro

Os seres humanos ao longo da nossa história consomem bens e serviços de acordo com o contexto onde estão inseridos motivados por uma série de estímulos. As mais diversas técnicas de persuasão vêm sendo empregadas através dos tempos intencionando capturar a intenção de compra, exercer controle sobre o comportamento do consumidor e mapear seus passos a fim de prever o seu comportamento. Analisar o comportamento do consumidor neste contexto torna-se o alvo principal de atenção das empresas para lançamento de novos produtos e manutenção daqueles que já estão à disposição do mercado, verificando se estes necessitam de adaptações para sustentar o seu posicionamento de marca e share.

Conhecer os anseios dos consumidores, dentro das categorias de inserção de cada grupo de indivíduos e suas particularidades de consumo descortina para os profissionais de comunicação um importante enigma quanto ao significado do consumo. Segundo Solomon (2008), as pessoas não compram produtos pelo que eles fazem, mas principalmente pelo que significam. Uma marca é a união dos atributos tangíveis e intangíveis, gerenciados de forma adequada, que criam influência e geram valor (Martins, 2004). Marcas fortes e bem posicionadas na economia de marketing do nosso tempo constituem um bem imaterial para os seus detentores. É a questão mais importante da economia moderna (Passarelli, 2010).

Em sentido amplo, o papel da propagada é influenciar os consumidores para a aquisição de um produto, devendo chamar a atenção, despertar interesse, estimular o desejo, criar convicção e induzir a ação. A propaganda comunicando os atributos e benefícios da marca de maneira lúdica, como em narrativa ficcionada, fazendo uso de personagens, lugares e situações de modo a favorecer o envolvimento do consumidor (Randazzo, 1997). “O fato é que todas as marcas possuem uma imagem associada a elas, marcas boas as formatam em termos de significado e diferenciação” (Zyman e Miller, 2001).

A análise funcional do comportamento é o instrumento básico de trabalho dos analistas do comportamento. Para conduzi-la, consideram-se a história passada do indivíduo, as contingências mantenedoras atuais; dessa forma, é possível prever, ou mesmo, controlar o comportamento futuro dadas as condições de sua ocorrência. A importância de fazer a análise funcional está na possibilidade de identificar os elementos envolvidos (antecedentes, respostas e consequências) e verificar se existe ou não a relação de dependência.

Para a análise do comportamento, mudanças na probabilidade de respostas só podem ocorrer por meio das mudanças nas contingências mantenedoras, sejam nos eventos antecedentes, sejam nos estímulos consequentes. É possível propor, criar ou estabelecer relações de contingências para o desenvolvimento de certos comportamentos. A propaganda é uma ferramenta poderosa que articula a busca da identificação com a história de determinado grupo de indivíduos integrados em um determinado meio cultural. Para criar propaganda de efeito no consumidor e eficaz na questão de mudança de hábitos de consumo, é essencial considerar diversos aspectos: conhecer o público-alvo e a cultura na qual se insere esse público e, em termos comportamentais, definir quais estímulos são reforçadores e quais são aversivos para o público em questão.

Por esta razão, torna-se valioso investigar como a publicidade elabora os comerciais de televisão, utilizando recursos da psicologia para fundamentar sua estratégia. Nesse aspecto, a análise do comportamento parece ter papel de grande importância, se aplicada à publicidade. Assim, é possível propor análises funcionais das propagandas de forma a observar quais processos e comportamentais estão envolvidos. Lipovetisky&Roux (2005) pontuam que identificação imprime diferenciação em relação a grupos ou em uma lógica de distinção de classes e servem como emblema para compradores que reivindicam determinados códigos sociais, seu pertencimento real ou simbólico.

A publicidade se caracteriza pela apresentação de diversos estímulos que provocam uma identificação do publico alvo com o produto ou serviço ofertado. Elege-se um target e então um caminho é traçado para atingir aquele grupo focal. Muitas vezes são usados recursos da psicologia para fundamentar a idéia, ainda que de maneira precária, mas alguns estímulos são apresentados e manipulados como: cor, sons, ambiente a fim de contextualizar a mensagem dentro da ótica do consumidor. A publicidade é uma forma de criar mitos. Ela aproveita o poder do mito e dos símbolos para criar e manter marcas de sucesso. Esses mitos remetem à história da origem do homem e do mundo, permitem que um indivíduo sinta-se identificado com um grupo além de fornecer estrutura e ordem às suas vidas (GILLMAN, 2007).

Uma das técnicas comumente utilizadas é o emprego de celebridades como estímulo discriminativo, ou seja, um estimulo que antecede o comportamento, neste caso de consumir, através de um processo de identificação com o referido personagem que se torna porta voz da mensagem. A utilização da técnica visa transferir alguns atributos do porta voz da mensagem para o produto, através do emparelhamento de estímulos. Esta técnica se baseia na mitologia cultural, criando mitologias de marca que refletem e consolidam as mesmas imagens que tradicionalmente vêm dominando a nossa cultura. As imagens femininas, baseadas na Grande Mãe ou na donzela sedutora (virgem tentadora) ou as masculinas reforçando os arquétipos do Grande Pai ou do Guerreiro (Randazzo, 1997).

Se alguma coisa pode ser utilizada, é porque ela pode representar alguma coisa, exercendo sua função sígnica. A propaganda de forma geral, procura estimular o desejo do leitor e criar a convicção sobre a qualidade produto anunciada, a partir de ilustração, imagem ou slogan associado. (Vestergaard & Schoder,1996). A técnica de identificação é bem mais eficaz para ensinar novos hábitos – mostrando pessoas com as quais eu estou envolvido por meio de meus sentimentos, usando novas marcas ou novos tipos de produtos – do que a abordagem direta, argumentativa e racional. A abordagem racional traz à tona todas as habilidades críticas das pessoas" (GILL, 1997). Para este mesmo autor, identificação significa fazer com que o consumidor se coloque no lugar de outra pessoa, no caso, a celebridade ou a personagem da propaganda.

Isso implica a transferência de propósitos, ideais, emoções, sentimentos. A identificação é de extrema valia para a propaganda. Se o consumidor conseguir identificar-se com os usuários do produto e se puder ver-se na mesma situação, então a propaganda tem mais probabilidade de mudar o comportamento de compra desse consumidor (ZYMAN, 2002/2003; GILL, 1956.). Em linguagem comportamental, a identificação ocorre quando o indivíduo discrimina no modelo certas características que também observa em si mesmo. Neste sentido, o indivíduo pode passar a ser controlado por reforçadores que mantêm o comportamento do modelo. Em outras palavras, se um ator ou personagem (um modelo) tem comportamento reforçado por um produto em uma propaganda, o produto pode passar a exercer função reforçadora sobre o comportamento do indivíduo, quando este se identifica com o modelo.

Se o modelo em questão for uma celebridade, isso significa pegar emprestada a personalidade e a percepção da celebridade para dar relevância a uma marca ou produto. O público deixa de ver o produto como “comum” e passa a vinculá-lo às qualidades que associam à celebridade. A mensagem do modelo, especialmente quando se trata de celebridades, é: “eu sou bem-sucedido, famoso e rico e, realmente, utilizo esse produto; se você comprá-lo, poderá ser igual a mim’ ou ‘pessoas interessantes e legais iguais a mim usam esse produto; se você não comprar, ficará de fora. (Zyman, 2003).

Mas por que consideramos determinadas celebridades estímulos discriminativos? O poder que cada estímulo tem de influenciar o comportamento vai depender da história do indivíduo com este estímulo ou estímulos semelhantes a este. Para a cultura ocidental, artistas, e nessa categoria podemos incluir todos aqueles cuja profissão experimenta o estado da arte, em seu sentido mais abrangente, tais como cantores, atores, pintores, bailarinos, modelos, teriam sido “abençoados" com a iluminação, que seria o reconhecimento da sua “radiância” em meios as coisas que sejam julgadas, na visão temporal, boas ou más, na sua revelação da verdade (Campbell, 1990).

A existência de estímulos relevantes à história de reforçamento do consumidor na propaganda pode aumentar a probabilidade de consumir o produto veiculado que provoca nos consumidores essa identificação e um processo claro de “endeusamento” destes personagens. Temos uma necessidade intrínseca de constituição de “mhytos”, que segundo Grimal (1983) é a palavra grega que se presta para designar “toda a história que se conta”. Portanto, não se espera que um mito comprove racionalmente coisa alguma. Por natureza o mito não precisa demonstrar sua veracidade. A “verdade” é intrínseca a ele, para aqueles que o recebem como tal.

Joseph Campbell no livro (O poder do mito - 1990), quando afirma que cada indivíduo deve encontrar um aspecto do mito que se relacione com a sua própria vida, divide o mito em quatro funções básicas:

1 - A função mística. Os mitos abrem o mundo para a dimensão do mistério, para a consciência do mistério que subjaz a todas as formas. Ai percebemos o fenônemo do fascínio, experiência sensorial experimentada pelos que cultivam o mito, uma constatação de que esses seres são a imagem do bem e do mal. Como se escolhidos para um “ olímpo” imaginário.

2 - A dimensão cosmológica, da qual a ciência se ocupa – mostrando qual é a forma do universo, mas fazendo-o de tal maneira que o mistério, outra vez, se manifesta.

3- A sociológica, suporte e validação de determinada ordem social. Aí percebe-se a questão da aceitação, da necessidade de pertencer a um determinado grupo social cujas particularidades fazem a busca pela segmentação tribal contemporânea, provocar a criação de “guetos” urbanos em todos os níveis sociais.

4- A função pedagógica, como viver uma vida humana sob qualquer circunstância e reconfirmadas pela interação social. Neste sentido, o mercado é fonte de autoridade, possui legitimidade para definir a validade das ações individuais, orientando-as nesta ou naquela direção.

Analisando esta visão pela ótica da analise comportamento, sabemos que o comportamento do individuo é fruto de seu processo de aprendizagem e história pessoal. Consumir bens permite satisfazer necessidades materiais e sociais. Os grupos sociais identificam-se por atitudes, maneiras, jeito de falar e hábitos de consumo. Assim, aquilo que é usado ou consumido deixa de ser mero objeto de uso para transformar-se em veículo de informação sobre o tipo de pessoa que o consumidor é ou gostaria de ser. Para Baum (1994/1999), as histórias e os mitos de uma cultura estão relacionados às regras porque também se referem a contingências de reforço e punição.

Estamos inseridos em um contexto social, fruto de toda a carga histórica e cultural que carregamos nossas crenças, nossos valores, nosso padrão de comportamento é fruto de um processo de aprendizagem ancestral. Se nossos ancestrais acreditavam em determinados mitos, cultos, acabamos por acreditar nos mesmos, pois nosso comportamento foi modelado dentro dessa formatação, assim como o comportamento de nosso antepassados foi modelados pelos que os precederam.

A definição de cultura cunhada inicialmente pelo antropólogo Edward Burnett Taylor são práticas e ações culturais que seguem um padrão determinado no espaço. Esse processo de transformação das chamadas celebridades em “mhytos” obedece este contexo histórico por um processo de contigência, ou seja, um sistema que envolve um comportamento, o estímulo discriminativo que o possibilita e a consequência que esse comportamento recebe do ambiente (no qual estão incluídas as outras pessoas), o que contribui em nossa formação enquanto indivíduos acarretará uma carga significativa na constituição de nosso comportamento.

Skinner (1953/2000) já afirmava que há três grandes determinantes do comportamento: a filogênese, a ontogênese e a cultura. A história filogenética, pela seleção das espécies, produz, no indivíduo, repertório comportamental inato, composto de um conjunto de reflexos incondicionados. Além disso, propicia características fisiológicas que influenciarão a interação do indivíduo com seu ambiente durante a sua vida. A história ontogenética individual, por outro lado, diz respeito à interação do indivíduo diretamente com o ambiente durante a sua vida, estabelecendo comportamentos e funções de estímulos. Já a cultura vai estabelecer comportamentos por contingências sociais de reforço e punição, além de modificar a probabilidade de respostas pela modelação e pelo controle por meio de regras.

Todorov e Moreira (2004), de forma resumida, afirmam que as práticas culturais também são selecionadas ao longo do tempo: diversos comportamentos individuais são incentivados e mantidos, através de rituais e outros dispositivos, em prol de um objetivo comum em longo prazo. Nossa formação cultural impreterivelmente passa por um processo histórico do homem pela constituição de “mhytos”, há uma carga simbólica contida nesse enquadramento a qual não podemos negar e inevitavelmente nosso comportamento de consumo esta carregado dessas práticas culturais.

Constituímos celebridades como figuras dotadas de carga mítica, sobrenatural, como se elas pudessem atravessar um portal proibido aos mortais comuns. O grande agente transformador de pessoas comuns em mitos é a mídia, que nos transporta através do tempo e do espaço, num mergulho surreal de poder, beleza, glamour, atributos distantes dos simples mortais, que perseguem o belo e que pela repetição da ação reforçam a cada dia este fenômeno cultural.

*Carla Simone Castro é mercadóloga, pesquisadora, especialista em marketing com ênfase em comportamento do consumidor e mestre em Psicologia comportamental pela ( PUC – GO ). É diretora de Planejamento da Societá Comunicação Integrada e consultora de marketing.


Ana J.
Fonte: Mundo do Marketing



14/08/11

CATAR RESORT SEMISUBMERSO

“Estão sendo investidos US$ 500 milhões no Amphibious 1000, que terá suítes abaixo do nível do mar”

Jantar no fundo do mar, enquanto os peixes desfilam pela janela como se estivessem em um aquário, já é possível no Ithaa, o restaurante Hilton das Maldivas.
Dentro em breve será possível hospedar-se num hotel deste género. Na costa do Catar está sendo construído o Amphibious 1000, o primeiro resort semisubmerso do mundo, com o objectivo de proteger a zona marítima do país e atrair milhões de turistas. Amphibious 1000, terá uma parte da estrutura em terra e outra no mar. A inauguração do projecto ainda não está prevista, mas já se sabe que o investimento terá um valor que ronda os US$ 500 milhões, revela a fonte.


“A empresa italiana de arquitetura Giancarlo Zema Design Group, responsável pela construção, define o empreendimento como anfíbio”, por se tratar de uma estrutura que ficará com uma parte em terra e outra na água. Em terra firme, ficarão os escritórios, prédios residenciais e um porto que se concentrarão ao redor de uma torre, no topo da qual um restaurante terá vista panorâmica do complexo.


Segundo a fonte,cada uma das 80 suites flutuantes comporta até seis hóspedes e tem cinco andares, cada um em um nível d’água, mas “melhor fatia do bolo, no entanto, fica com os quatro hotéis em alto-mar, cada um com 75 suites. Em cada um deles, uma área submersa contará com aquários, galerias, exposições e um museu interactivo sobre a vida marinha, além de academias, jardins e um teatro.

 E não acaba por aí. Outras 80 suites flutuantes, as Jelly-fish, se espalharão pelo mar como águas-vivas, como a tradução do próprio nome indica. Cada uma delas comporta seis hóspedes e tem cinco andares, em diferentes níveis d’água (a até 1,4 metros de profundidade), com sala de relaxamento, cozinha, lounge e banheiros. Na hora de dormir, você escolhe: há quartos na superfície e submersos.”

Ana J.
Fonte: Inovação & Marketing


13/08/11

Os hotéis mais exóticos e luxuosos do mundo

Lugares inusitados levam seus clientes a vivenciar experiências únicas, como dormir embaixo do mar, em cima de uma árvore e até mesmo dentro do carro dos sonhos

Alguns hotéis levaram ao extremo a vontade de alguns turistas de fazer algo diferente nas férias. Para atender a gostos exigentes – ou mesmo exóticos – eles construíram complexos que chamam atenção por sua identidade singular.

Na lista abaixo, você encontra estabelecimentos onde é possível dormir em um quarto feito de gelo que lembra o filme de ficção científica Tron, jantar debaixo da água em um restaurante inteiro de vidro, nadar na maior piscina do mundo feita a partir da água do mar.


1. Tron Themed Hotel, Jukkasjarvi, Suécia

Para quem gostou do filme Tron, este hotel de gelo com o tema do filme, localizado na Suécia, só poderia ser um lugar dos sonhos para passar as férias . Cada porção deste hotel é feita de gelo, incluindo a cama. Os quartos e suites foram projetados para o baixo consumo de energia com iluminação. O hotel foi desenvolvido pela dupla de arquitetos Ben Rousseu & Douglas Ian Jones.


2. Poseidon Resort, Ilhas Fiji

Um dos mais conhecidos estabelecimentos subaquáticos do mundo, o Resort Poseidon está localizado a 40 metros abaixo do nível da água na Lagoa de Fiji. O acesso ao hotel é feito por meio de elevadores. As atividades de lazer incluem o mergulho em águas profundas, tratamentos em spa, centros de meditação e um cruzeiro no submarino de luxo do hotel. Os hóspedes têm à sua disposição uma biblioteca subaquática, teatro e um campo de golfe com 9 buracos junto com campo de tênis. São três tipos de acomodações: as suítes acima da terra, as que ficam acima da água e, finalmente, os quartos submersos.


3. Treehotel in Harads, Harads, Suécia

Como um projeto especial dos arquitetos Tham e Videgard Hansson, este hotel está localizado no tronco de uma árvore. A ideia é dar aos clientes uma vista aérea da verdadeira vida selvagem. Composto por um único conjunto, a suíte de hotel é revestida por espelhos, com um efeito de camuflagem completa da estrutura. As janelas foram seladas com um adesivo especial que garante o fluxo de ar, mas não permite que as aves entrem no quarto. A estrutura, no entanto, é acessível somente por cordas e escadas disponíveis na recepção do hotel.


4. Magic Mountain Hotel, reserva natural de Huilo Huilo, Chile

Mais uma opção para os aficcionados por aventura. A propriedade se assemelha a um cenário de floresta típica, e a construção lembra uma pequena montanha. Suas instalações de lazer incluem um spa esculpido em um tronco de árvore com banheiras para sessões de hidroterapia. O campo de golfe se estende na reserva natural onde o hotel está localizado.


5. White Pod Hotel, Betraye, Suíça

Localizado entre os famosos Alpes Suíços, este resort fica a uma altura de 5.600 pés do nível do mar e é acessível somente por ski ou a pé. Cinco estruturas em forma de cúpula, cada uma com um pé direito de 8 pés, compõem o lugar. Elas são desenhadas de forma que os 24 quartos foram bem aproveitados e levam uma série de pequenos luxos. As suítes lembram uma quinta do século 19 com itens modernos


6. V8 Hotel, Stuttgart, Alemanha

Que tal dormir em um modelo clássico do automóvel dos seus sonhos, com todo o comforto de uma cama de hotel 5 estrelas? No hotel V8 em Stuttgart, na Alemanha, isso é possível. O lugar é destinado aos entusiastas de automóveis. Cada uma das 30 suítes é dedicada a veículos icônicos. Os interiores foram feitos com cartazes e móveis na forma dos veículos. As mesas de trabalho, mini-bar e até as camas lembram os carros temáticos.


7. Conrad Rangoli Hotel, Maldivas

O país das Maldivas é baseado em um conjunto de ilhas e XXX
O principal hotel das Maldivas fica em duas ilhas com um recife virgem circundante.
As instalações gastronômicas incluem o primeiro restaurante submerso feito de vidro do mundo. O conceito chegou a ser usado em outros hotéis posteriormente. Para acomodação, existem 50 villas de água, 79 villas de praia e 21 villas spa água, com tratamentos especializados. A paisagem especial garante completo isolamento.


8. Kelebek Hotel, Neveshir, Turquia

Outro destino de férias para gostos selvagens, o Kelebek é esculpido em uma caverna natural. O hotel possui 31 quartos, em seis categorias, a maioria com chaminés naturais. As seis categorias incluem standard, luxo, suíte jr., suíte, suíte real e suítes presidenciais. As acomodações são mobiliadas com itens esculpidos à mão a partir de rochas naturais.




9. San Alfonso del Mar Resort, Algarroba, Chile

Conhecido por ser um local que reúne inúmeras atrações para a natação, o San Alfonso possui uma lagoa artificial com 1 km de largura – senão é a maior, esta é uma das maiores piscinas artificiais do mundo. A capacidade total do hotel é de cerca de 2,5 milhões de litros de água. O projeto foi construído com o objetivo de reciclar as águas oceânicas por meio de uma tecnologia patenteada que não compromete o conforto dos hóspedes. Os quartos têm forma de pirâmide, com todas as características do luxo moderno.



10. Armani Hotel, Dubai

Vinte minutos. É esse o tempo que um hóspede do hotel Armani leva para chegar do último andar ao lobby do hotel. O lugar está localizado na mais alta estrutura feita pelo homem em todo o mundo, o Burj DubaiTower. O hotel possui 160 quartos. Como o nome sugere, a decoração e o estilo do hotel foram ditados pelo renomado designer Georgio Armani. O Burj Dubai Tower custou US $ 1,5 bilhão e foi construído em quatro anos. Devido a sua altura, o prédio pode ser visto a uma distância de 85 kms.


11. Emirates Palace Hotel, Abu Dhabi

O tema principal do hotel é baseado nos palácios das famílias reais árabes. Com um total de 394 quartos, é possível escolher entre categorias diferentes, como as Salas Grand, suítes Khaleej & Khaleej deluxe, e também as quatro suítes reais Khaleej, que possuem acesso privado à praia do hotel, sua piscina e centro de fitness. Os quartos têm suas próprias áreas de recepção. As 15 opções de refeições incluem restaurantes como o Le Brasserie Vendomeque, com pratos da cozinha internacional, o Sayad, conhecido por frutos do mar árabes e sua decoração assemelhante à lagoa do golfo.


12. Marina Bay Sands Hotel, Singapura

Este complexo hoteleiro é praticamente uma cidade. Com um total de 2.560 quartos, as acomodações estão divididas em duas categorias principais: as suítes (10 tipos) e quartos (7 estilos diferentes). Os serviços para os hóspedes também estão separados em “negócios” e “lazer”, com serviços de limousine, e clubes dedicados. Para as refeições, há 32 opções, incluindo 14 restaurantes de luxo e 18 estabelecimentos de jantar casual. O hotel também é famoso por ser a localização do segundo casino mais caro do mundo, que ganhou as manchetes internacionais em sua abertura.


13. Jade Mountain Resort, Santa Lucia (Caribe)

O design único de arquitetura e paisagismo deste hotel é de autoria de Nick Troubetzkoy. Situado em Santa Lúcia, o lugar oferece vista panorâmica para as montanhas Gros & Petit. Os andares são divididos em santuários, cada um equipado com a sua própria piscina com borda infinita privativa e iluminação especial, refletindo mosaicos com propriedades cromoterápicas. Os quartos não possuem televisores e telefones. Há apenas um dispositivo simples de comunicação que conecta o cliente a um mordomo pessoal. Apesar de ser transparente, é praticamente impossível alguém de fora observar os convidados de dentro do hotel.

Ana J.
Fonte: (Artigo integral) Época de Negócios