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06/09/11

Springfield oferece viagem pela Europa e mala cheia de roupa


Acção SPF Shop&Go dá aos interessados a possibilidade de levar roupa sem pagar numa loja da marca e de viajar pela Europa
A Springfield receberá a colecção de Outono/Inverno 2011 com a SPF Shop&Go, uma acção, a realizar-se a partir de amanhã e até dia 11, em que é dada aos interessados a possibilidade de visitar uma loja da marca, levar roupa sem pagar, e sair para uma viagem pela Europa.
 Para além de oferecer 25% de desconto em todas as compras da nova temporada, durante cinco dias a Springfield desafiará os seus clientes a usufruir de uma experiência de “slow travel”, um estilo de viagem calma, de comboio, que levará o vencedor e os seus amigos a desfrutar de uma semana na Holanda, Alemanha, Itália e Espanha.
 Para participar, os clientes que tenham feito uma compra SPF durante esses cinco dias poderão inscrever-se em www.spf.com/shopandgo e habilitarem-se ao prémio final.
 Esta acção decorrerá em simultâneo em Portugal, Espanha, França, Hungria, Holanda, Polónia, Sérvia, Bósnia, Áustria, Bélgica e Luxemburgo. Todos estes mercados terão um grupo a participar na prova, estando um prémio reservado ao vencedor europeu. Aquele que, com a ajuda de quatro amigos, conseguir encher uma mala de viagem em apenas três minutos com o máximo número de peças de roupa possível, irá desfrutar desta viagem pela Europa. Todos os grupos apurados (um por país) têm o prémio assegurado de uma mala cheia de roupa Springfield grátis.
Ana J.
Fonte: artigo da  Marketeer


04/09/11

Expo World Fashion no Centro de Congressos de Lisboa



 Visite a única Feira de Moda em Portugal, Expo World Fashion  contamos com a sua presença!

 Marque já na sua agenda o programa para o próximo Domingo, dia 11 de Setembro, entre as 10h e as 20 horas. A Expo World Fashion abre-lhe as portas do mundo da Moda numa Feira que reúne marcas de renome, as últimas tendências, e onde poderá adquirir vestuário e acessórios a preços muito reduzidos.
 O evento decorre de 9 a 11 de Setembro e, pela primeira vez, tem um dia aberto e exclusivo para o público em geral, sendo que os dias 9 e 10 se destinam para profissionais.
 Domingo, dia 11, visite a Expo World Fashion no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), que terá o desfile com os 10 trabalhos finalistas do Concurso Fashion Designers, sendo entregue o prémio ao melhor trabalho (uma bolsa de estudo no valor de 3.000€ na Escola de Moda de Lisboa). Existirá um espaço exclusivo para Designers de Moda, onde estarão presentes os Storytailors, Os Burgueses, a Lidija Kolovrat, os AForest Designer e o Augustus, bem como um espaço só com Artesanato Urbano.
 Em família, com amigos ou sozinho, não deixe de comparecer neste evento mediático! Nós vamos lá estar e contamos com a sua visita!



Ana J.
Fonte: ClubeFashion




03/09/11

Marketing Pessoal é só o meio. Lucro pessoal é o fim

Existe ainda muita distorção sobre o que é Marketing Pessoal. Exagerar na comunicação dos seus mínimos feitos ou na interação com superiores não são os melhores exemplos para a construção de uma marca pessoal forte.
 Na qualidade de profissional de Marketing, já com uma certa experiência, posso dizer que muita gente conhece o termo, mas poucos sabem exatamente o que ele representa. E quando isso “descamba” para variações do tipo “Marketing Pessoal”, piora ainda mais.
O Marketing nada mais é do que um processo contínuo, dinâmico e vivo. Trata-se de estudar, analisar e avaliar os diversos ambientes que envolvem a nossa realidade e desenvolver ações para transformá-los de maneira positiva e lucrativa. Isso mesmo, o marketing é uma troca que objetiva lucro. Você tem uma marca, um produto, um serviço. Você analisa as variáveis, trabalha em cima das necessidades que farão com que ele seja consumido e lucra com isso.
Agora, imaginem tudo isto transportado para o produto “você”, especialmente o “você” na figura do profissional. Como mencionei no início, existe ainda muita distorção sobre o que é Marketing Pessoal. Exagerar na comunicação dos seus mínimos feitos ou na interação com superiores não são os melhores exemplos para a construção de uma marca pessoal forte.
Como marketing trabalha muito com a percepção (Afinal, o que é percebido é a realidade), tome muito cuidado ao empregar de maneira errada alguns conceitos de Marketing (especialmente a propaganda) no seu ambiente profissional, ele pode ser muito mal percebido pelo seu público-alvo – seus chefes.
Para ser honesto, prefiro pensar nesta lógica sob o conceito de “lucro pessoal”. Para lucrar pessoalmente, basta trabalhar da melhor forma possível. Entregue seus projetos, comunique quando for relevante. Seja profissional, pontual, bom gestor de equipe, educado e proativo. Aos poucos, a percepção positiva vai se consolidando a seu respeito. Os comentários se propagam. O lucro pessoal aparece naturalmente.
A palavra chave neste jogo é consistência. Seja consistente no teu trabalho. Você, como toda empresa sólida, deve levar um certo tempo para lucrar. Mas se o trabalho for consistente, ele será duradouro. Ponha o trabalho à frente do “barulho” que pretende fazer sobre ele. Isso pode mais te prejudicar que ajudar.
E, por favor, não use mais o termo “Marketing Pessoal”, se não tiver realmente disposto a obter seu “lucro pessoal” com base em esforço, dedicação, comprometimento e trabalho duro. Não desqualifique o termo Marketing. É uma ferramenta muito poderosa, se usada com bom senso.

 Ana J.
Fonte: artigo original do Mundo do Marketing

02/09/11

TV DO FUTURO SERÁ COMO UM TABLET GIGANTE



O casamento entre TV e internet é um caminho sem volta. Cada vez mais os televisores vão ficar parecidos com tablets gigantes exibindo conteúdo da web

São Paulo — Foi um casamento feliz por décadas. Ele chegava mais cedo em casa para vê-la. Nos finais de semana, ficavam juntinhos na sala. Mas o tempo passou e a relação foi se desgastando. Ele aprendeu a se divertir com outras coisas.

Ela ficou anos esperando por dias melhores. Agora, a fidelidade acabou. Para ambos. Mesmo quando ainda senta-se à frente da telinha, o telespectador não larga seu smartphone, notebook ou videogame portátil. Pesquisa do Ibope Nielsen Online apurou que 76% dos brasileiros adultos com acesso à internet navegam na web e assistem à TV ao mesmo tempo. Isso é visível também nos trending topics do Twitter. Programas que permitem alguma interação, como o reality show Big Brother Brasil e os jogos de futebol, são acompanhados na TV e nas redes sociais, ao mesmo tempo, ao vivo.

Agora, a enciumada TV armou um bom plano para voltar ao centro das atenções: aliou-se à internet para fazer tudo (ou quase tudo) o que o telespectador já realiza nas outras plataformas, como o uso de aplicativos, a interação com as mídias sociais e até o envio de mensagens e de imagens ao vivo. Nessa tentativa de reconquistar o espectador, a TV até ensaia uma mudança de nome. A quase centenária televisão quer ser chamada agora de SmartTV.

A inspiração vem dos tablets

O motivo dessa transformação não é só o acesso à web, já presente há algum tempo em vários modelos. Os fabricantes esperam criar uma nova categoria de produto baseandose num tripé formado por navegadores completos, experiência de uso de aplicativos semelhantes à dos smartphones e tablets e conteúdo web exclusivo. “Há uma grande semelhança entre a entrada da internet na TV e sua chegada aos telefones. Os aparelhos não tinham um bom browser e a experiência era limitada a texto e voz”, disse a INFO Mário Queiroz, vice-presidente mundial de gerenciamento de produtos do Google e um dos responsáveis pelo projeto Google TV. “Hoje, já existe um conteúdo muito rico para os smartphones. Com as TVs, deve ocorrer o mesmo. Se temos algumas dezenas de canais agora, podemos ter milhões com a web”, afirma Queiroz.

Esse movimento já começou. Todos os principais fabricantes têm ou lançarão no mercado brasileiro modelos de TVs conectadas. Entre os 26 novos modelos da Sony para 2011, por exemplo, 22 contam com funções de conectividade. Na Samsung, dos 45 lançamentos, 25 serão SmartTVs. A melhor notícia para o consumidor é que o pacote de novos recursos não está apenas nos modelos mais caros.

Até as TVs mais simples, de 32 polegadas, terão disponíveis os recursos de SmartTV. Quem já comprou um aparelho de LCD ou LED sem o recurso também está convidado a embarcar nessa nova onda. Os sistemas de interatividade podem rodar diretamente de players Blu-ray e de set-top boxes que funcionam em modelos mais antigos.

“Queremos fomentar esse segmento. Já começamos as vendas com o menor preço possível”, diz José Fuentes, vice-presidente da divisão de eletrônicos de consumo da Samsung. “Incluir recursos de conectividade encarece as TVs, mas o mercado é muito competitivo e decidimos que esse será nosso diferencial”, diz Luciano Bottura, gerente de produto da linha Bravia, da Sony. Mas o caminho entre o desejo dos fabricantes e o coração dos consumidores não é tão curto assim.

Atualmente, a experiência de navegar na internet numa SmartTV não é das melhores. Usar o controle remoto para pinçar letrinhas e preencher um campo de usuário/senha é um teste de paciência. Os aplicativos são poucos e funcionam apenas nos modelos de uma marca ou de outra. E, para completar, os canais de conteúdo exclusivo recebem raras atualizações. Além disso, será que precisamos de mais um gadget para acessar a web? Para que tuitar usando a TV se podemos fazê-lo usando um iPad ou um notebook?

Cenas do próximo capítulo

Com a concorrência apertada, os fabricantes de SmartTVs querem ter smartphones, notebooks e tablets como aliados e não como rivais. O uso de apps de smartphone que simulam um controle remoto para TV já desponta como a melhor solução para o problema de usabilidade das TVs conectadas. Já passaram pelo INFOlab aparelhos com controle do tipo double-face, com teclado Qwerty nas costas, com captação de movimento no estilo Nintendo Wii e até kits de miniteclados sem fio. Nenhum nos animou muito. Além do preço alto, esses controles remotos modernos não melhoram a usabilidade.

“Nosso olhar atual é mais centrado no usuário e começa com duas questões básicas: por que as pessoas amam TV e o que podemos fazer para que gostem ainda mais?”, escreveu a pesquisadora Genevieve Bell, diretora do grupo de experiência de uso da Intel, em seu blog (http://abr.io/17pU). Genevieve defende que os hábitos do consumidor devem ser entendidos e respeitados por essa nova geraçãode SmartTVs. Talvez por isso, a melhor saída até agora tenha sido a integração da TV com outros gadgets. Além de usar o smartphone como controle remoto, as SmartTVs fazem parcerias com notebooks, PCs e tablets. Por meio das redes sem fio, as TVs podem explorar o conteúdo armazenado em outros aparelhos e também enviar imagens por streaming. Dois exemplos desse tipo de parceria são as TVs Sony, que enviam conteúdo para notebooks Vaio, e os modelos da Samsung, que mandam as imagens da telona direto para o Galaxy Tab.

“A interação entre os televisores e os gadgets será bidirecional”, diz Queiroz, do Google. “Os aplicativos no smartphone não servirão apenas para mudar de canal. O usuário será capaz de buscar conteúdo com sistemas de recomendação e informações contextuais para cada tipo de atração da TV.” Não por acaso, o Google anunciou recentemente que o sistema Google TV passará a ser compatível com o Android. Isso representa que centenas de milhares de aplicativos feitos para celular e tablet rodarão na telona.

A adaptação do software para a SmartTV não será nada fácil. Além da dificuldade de uso, as TVs não têm um ecossistema amigável aos desenvolvedores. Quem quiser, hoje, criar um aplicativo para as TVs conectadas terá de escolher apenas um fabricante, pois não há compatibilidade entre as marcas. Além disso, o controle para a entrada de novos programas nas lojas é feito a conta-gotas pelos próprios fabricantes.

O processo está longe do usado na App Store da Apple, por exemplo, que aprova novos aplicativos em uma semana. Ou do Android Market, que permite a publicação direta dos apps. Quem se aventurar a criar para as TVs precisará da autorização dos fabricantes desde o início do projeto. Na Samsung, por exemplo, antes de serem lançados, os apps precisam ser aperfeiçoados em um centro de desenvolvimento da empresa fora do Brasil.

O aplicativo dá, então, uma volta ao mundo antes de aterrissar na TV. Isso não significa que os desenvolvedores desistiram. No Brasil, os aplicativos do portal Terra estão presentes nos principais modelos de SmartTV. “Como cada marca tem um processo diferente, desenvolvemos uma plataforma aberta do Terra para que os fabricantes criem aplicativos”, diz Tiago Ramazzini, diretor de produtos do Terra Networks.

Banco na TV

Outro exemplo é o aplicativo do Bradesco para televisores Samsung, que é capaz de exibir o saldo e o extrato das contas na tela da TV. “Os times técnicos das duas empresas tiveram uma integração muito forte para o desenvolvimento e a homologação do projeto, que foi aprovado na Coreia do Sul”, diz Laércio Albino Cezar, vice-presidente executivo do Bradesco. O banco é o primeiro do mundo a ter esse serviço. A INFO e a revista Capricho, ambas da Editora Abril, preparam para este ano o lançamento de apps para as principais marcas de TV.

Mesmo se vencer todos os obstáculos, a SmartTV ainda tem pela frente uma batalha tão ou mais importante relacionada ao conteúdo. Nos Estados Unidos, gigantes como Time-Warner, News Corp. e CBS têm no faturamento dos canais de TV suas principais fontes de renda. A Time-Warner sozinha faturou 6,7 bilhões de dólares no primeiro trimestre de 2011. Produtores de conteúdo dessas empresas, como os canais ABC e Fox, exibem conteúdo gratuito pelo site Hulu.com e têm suas páginas próprias no YouTube. Tudo muito bom, desde que o dinheiro entre por meio de anúncios online. Mas o lucro que faz a diferença ainda vem dos anunciantes que investem na programação da TV tradicional.

Internet x TV tradicional

Fica criado assim um impasse para a SmartTV. Se o consumidor pode assistir ao conteúdo do Hulu no browser da TV, por que ele assinaria a TV a cabo? Cientes desse perigo, as redes de TV jogaram pesado e inicialmente chegaram a proibir os aparelhos com Google TV de acessar seus sites. O impasse, por ora, foi resolvido de forma amistosa.

Tanto o Google quanto os fabricantes de TVs inteligentes preferiram criar parcerias de conteúdo exclusivo para os consumidores que navegam pela web com suas SmartTVs. O Google desenvolveu uma versão própria do YouTube, mais leve e apenas com conteúdo selecionado. Outra medida para aproximar os interesses de fabricantes e produtores de conteúdo são os canais e serviços específicos, que não sobrepõem a programação e os anúncios da TV tradicional.

Dessa forma, a interatividade da web vira uma camada a mais no conteúdo tradicional e não uma rival que pode arruinar o negócio bilionário da TV paga. Também é nisso que apostam as empresas que enxergam a SmartTV como uma nova forma de obter lucros. Terra, Saraiva e NetMovies são exemplos de lojas que estão de olho na nova safra de TVs.

Somando oportunidades e desafios, o que percebemos é uma mudança importante no relacionamento que já se arrasta por anos entre a televisão e o espectador. Esse casamento parece estar ainda muito longe de um divórcio definitivo.

Ana J.
Fonte: EXAME (artigo sem alterações em relação á fonte)

28/08/11

QUEM SÃO OS ESCRITORES MAIS BEM PAGOS DO MUNDO


“James Patterson é o escritor mais bem pago do mundo, graças a seus populares romances de suspense, como Daniel X, que lhe garantiram no último ano US$ 84 milhões, segundo um novo ranking da revista Forbes.”


Patterson, que construiu um “autêntico império literário” com seus livros e outros produtos como adaptações para televisão e histórias em quadrinhos, ganhou de Maio de 2010 a Abril de 2011 mais que o dobro do que a segunda colocada da lista, Danielle Steel, que arrecadou US$ 35 milhões no mesmo período.

Segundo a fonte, em uma época complicada para o mercado do livro pela queda de vendas de exemplares em papel, Patterson ganhou nestes meses US$ 14 milhões a mais que no ano passado, quando já ocupava o primeiro posto da lista elaborada pela revista.

Os autores mais ricos têm em comum uma “inclinação pelas tramas de fantasia ou mistério,” mas também muita habilidade para criar sagas e produtos derivados, como adaptações para o cinema ou televisão. Por exemplo o autor que ocupa o terceiro lugar da classificação, Stephen King um dos “mais adaptados na pequena e na grande tela”, ganhou US$ 28 milhões entre Maio de 2010 e Abril de 2011.
Stephen King é seguido por Janet Evanovich (US$ 22 milhões) e Stephenie Meyer, que arrecadou US$ 21 milhões devido às vendas dos romances da saga "Crepúsculo" e de suas versões cinematográficas.

Segundo a Forbes o ranking é composto este ano por 13 nomes e foi baseado nos números de vendas recolhidos pela Nielsen Bookscan, dados remetidos pelas editoras ao site Publishers Weekly e várias informações obtidas de "numerosos agentes e editores".

A criadora das aventuras de Harry Potter, J. K. Rowling, ficou no último lugar na lista (US$ 5 milhões). Mas é de prever que a receita da britânica poderá disparar a partir de Outubro, quando começa a funcionar "Pottermore", um site no qual haverá uma loja virtual com material inédito, além de videogames e outros conteúdos.

Ana J.
Fonte: ÉPOCA NEGÓCIOS


27/08/11

AS CIDADES MAIS CARAS DO MUNDO

Lisboa na 39ª posição situa-se a meio da tabela.

“Os preços praticados na capital da Noruega são 1,7 vezes mais elevados que em Lisboa, a 39ª capital com o custo de vida mais elevada num ‘ranking’ de 73 cidades.”

Segundo a fonte,”as cidades suíças e do Norte da Europa continuam a ser as que praticam os preços mais elevados do mundo. Em contrapartida, os pólos urbanos indianos de Mumbai e Delhi, e a capital das Filipinas, Manila, os mais económicos do planeta.”

Estas são informações de um estudo do “Prices and Earnings 2011″, desenvolvido anualmente pelo banco suíço UBS, que tem como base o preço de um cabaz de 122 bens e serviços praticado em 73 cidades.

No topo do ‘ranking’ surgem as cidades de Oslo, Zurique e Geneva que praticam preços 65% superiores à da média das cidades consideradas.

Já Lisboa está a meio da tabela, na 39ª posição, com o cabaz de bens e serviços nacional que apresenta um preço 2% abaixo do preço médio cabaz das 73 cidades analisadas, ficando acima de cidades como Miami, Moscovo e Praga.

Como salienta  o UBS, as cidades norte-americanas apresentarem um nível de preços mais baixo que no ano passado. “Os economistas do UBS atribuem este facto, em grande parte, à depreciação do dólar norte-americano contra muitas das maiores moedas do mundo”, revela o banco numa nota de imprensa.

“Além do custo de vida, o UBS estudou também o poder de compra dos trabalhadores com base no seu salário. Para isso, os especialistas do banco suíço criaram um rácio que tem em conta o salário líquido por hora dos trabalhadores face ao preço médio do cabaz de bens e serviços.”

As conclusões, com base neste rácio, referem que as pessoas que trabalham em Zurique, Sidney, e na cidade de Luxemburgo beneficiam do mais elevado poder de compra com base no seu salário.

Também nesta área Lisboa surge a meio da tabela, atrás de cidades como Londres, Barcelona, Milão, Paris e Dublin, mas à frente do Dubai, Atenas, Roma e São Paulo.

Ranking das cidades mais caras do mundo

(tabela formatada com imagem Google) 
Fonte: Inovação & Marketing