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07/10/11

Mola Ativism duplamente premiada nos Red Dot Awards


Projecto Love Meat Tender vai receber dois prémios no evento ligado ao design

A Mola Ativism vai ser hoje galardoada com dois troféus nos “Red Dot Awards: Product Design 2011″, cuja entrega de prémios se realiza em Berlim, na Alemanha.

 Este certame do sector do design atribuirá na edição deste ano dois prémios ao projecto Love Meat Tender - uma marca de restauração especializada em bifes - ambos dentro da categoria de corporate design e nas subcategorias de identity e signets and logos.

 Para além da assinatura da marca, “House of gourmeat”, a cargo da Mola ficou o desenvolvimento da estratégia da insígnia, naming, logótipo, tom de comunicação, universo gráfico, arquitectura de interiores, design de ambientes e design industrial.

 Os projectos vencedores da edição de 2011 dos Red Dot Awards farão parte do International Yearbook Communication Design 2010/2011, e serão expostos online na página da organização.

 A partir do dia 8 deste mês, o Red Dot Design Museum, com mais de 4 mil m², terá patente a exposição destes trabalhos.

Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer

06/10/11

O líder do século XXI


Segundo um estudo da Boston Consulting Group (BCG), 56% dos profissionais afirmam não ter talento para desempenhar posições chave de liderança. Em causa está a formação ineficaz para os desafios do século XXI.


Para Roselinde Torres, sócia do BCG responsável pela área de liderança, o que falha é a formação que as organizações oferecem aos seus colaboradores e futuros líderes ao usar as mesmas técnicas de há 20 anos.

"Há uma grande incompatibilidade entre a forma como os líderes são desenvolvidos, avaliados e recompensados e o que o mundo exige deles para irem adiante", defende Roselinde Torres.

O estudo desenvolvido em 35 multinacionais, desde 2010, conclui que o ambiente de negócios é pautado por uma cada vez maior imprevisibilidade, um mais rápido fluxo de informações e mais stakeholders que no passado.

Assim, a solução para formar os líderes do século XXI passam por “quatro atitudes essenciais: navegar, liderar com empatia, aprender com autocorrecção e criar soluções win-win”, explica Roselinde Torres em declarações à revista brasileira Você RH. Ou seja, o líder deve desenvolver capacidade de adaptação.

Ana J.
Fonte: artigo da Human Resources

Fundador da Apple morreu ontem aos 56 anos, vítima de um cancro no pâncreas

A « Apple perdeu um génio visionário e criativo, e o mundo perdeu um ser humano impressionante. Aqueles que tiveram a sorte de conhecer e trabalhar com o Steve perderam um querido amigo e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que só ele podia ter construído e o seu espírito vai ser para sempre a base da Apple.»

É esta a mensagem que se pode ler no site oficial da companhia da maçã, que perdeu ontem o seu carismático líder, Steve Jobs, de 56 anos, vítima de um cancro no pâncreas. O anúncio foi feito um dia após o lançamento do mais recente gadget da empresa, o iPhone 4S.

A doença foi-lhe diagnosticada em 2004, altura em que a imagem de “líder indestrutível” sofreu o seu primeiro abalo.

Reconhecido como um dos maiores gestores a nível mundial, Steve Jobs destacou-se pela sua capacidade de atribuir aos produtos que criava um carácter aspiracional. A comprová-lo estão as vendas de mais de 275 milhões de iPods, 100 milhões de iPhones e 25 milhões iPads, em todo o mundo. Raramente aparecia em público, com excepção das conferências de apresentação dos seus gadgets, a que compareciam centenas de jornalistas de todo o mundo. Mas em 2007 afastou-se praticamente - e dentro do possível - das luzes da ribalta. Nos raros momentos em que foi visto, a partir daí, mostrava-se com uma imagem visivelmente debilitada.

Em Agosto deste ano demitiu-se e foi substituído na presidência executiva pelo número dois da empresa, Tim Cook.

«Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse cumprir as minhas funções e expectativas como presidente executivo da Apple, seria o primeiro a informar-vos. Infelizmente, esse dia chegou», afirmou Steve Jobs, numa missiva enviada ao Conselho de Administração da Apple, em que deixou claro, no entanto - e se o Conselho de Administração assim o entendesse - que gostaria de responder pelo cargo de “chairman”.

Steven Paul Jobs destacou-se no panorama empresarial pela sua forma de estar e de actuar. Tornou-se numa marca por si só, quase sempre vestido de preto, num tom altivo que imprimia um certo distanciamento aos seus colaboradores. Alguns deles apelidavam-no mesmo de “faraó”. Tinha por hábito andar descalço e assumia-se como Budista. Com uma fortuna estimada em 8.4 mil milhões de dólares, reduziu o seu salário na Apple a 1 dólar!

Fez da Apple uma das marcas com maior notoriedade a nível mundial, privilegiando sempre a inovação, o design e a funcionalidade.

Conseguiu ampliar a Apple para além do seu mercado inicial, tendo a empresa passado a actuar na área da electrónica e das telecomunicações.

Para trás deixa produtos icónicos como o iPod, iPhone, iPad, que ficarão para sempre associados à sua imagem.

Jobs era mais do que um CEO ou fundador de uma empresa. Revolucionou o universo dos dispositivos móveis e a forma como as pessoas comunicam no mundo inteiro.

O seu sucessor, Tim Cook, será sempre sombreado pela sua figura, dificilmente ultrapassável. E as comparações, essas, são inevitáveis.

Para aqueles que querem partilhar memórias e condolências, a Apple deixa um endereço de email: rememberingsteve@apple.com.


Ana J.
Fonte: Marketeer

05/10/11

Reebok devolverá US$ 25 millões aos consumidores


A inovação, dizem os especialista, é o único modo de uma Marca mudar a competição, conquistar mais consumidores (especialmente os ávidos por novidades) e ampliar sua margem ou lucratividade. E a Inovação, casada com um bom Marketing, com um bom lançamento, dá uma dianteira para as Marcas em relação aos seus competidores. Aparentemente, foi isso que fez a Reebok: pesquisou o consumidor feminino, criou um produto inovador e preparou um lançamento com a barulho que a Indústria Global do Tenis constuma fazer.

O produto foi colocado nas lojas por valores que variavam entre US$ 80 e US$ 100 o par. A campanha contava com, entre outras coisas, grandes cartazes encobertos “por alguns dias” e que, depois, eram abertos (com uso de tecnologia de velcro, que é dominada pela Reebok). No cartaz, a atriz e modelo Kelly Brook vestindo… nada além de um par do EasyTone! Na sequência entraram os Anúncios e demais Materiais de Ponto de Venda. Toda argumentação da Campanha centrou-se no racional: O EasyTone prometia fortalecer a musculatura dos glúteos femininos em até 28%


A agência e a Reebok apostaram todas as suas fichas nesse argumento ou promessa, pois a pesquisa indicava que o consumidor feminino desejava um produto que fizesse isso. Agora a Marca tinha algo realmente DIFERENCIADO!

Os consumidores viam a PROMESSA e começaram a responder positivamente: foram às compras. O produto começa a girar nos pontos de venda e os consumidores começam a experiência com esse novo item da marca. Os consumidores começam a “conversar” entre si, pelas redes sociais. Aparece uma reclamação aqui e outra ali. De repente as reclamações virtuais crescem. E além disso, começam as reclamações reais e formais na justiça. Bem, a Justiça não pode ignorar os “reclamos” de centenas e centenas de consumidores.

Aí entra a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC em inglês), que defende o direito dos consumidores e decide: a Reebok terá de devolver o dinheiro para os consumidores por conta de propaganda considerada enganosa. A FTC enquadrou a empresa após  centenas de queixas contra o modelo de tênis que é vendido como tonificador de glúteos. O veredicto foi divulgado quarta-feira, dia 28, e obriga a Reebok a pagar US$ 25 milhões em reembolso para os compradores dos modelos EasyTone e RunTone. A propaganda diz, falsamente, que o tênis proporciona 28% a mais de força e tonificação nos glúteos e 11% mais força nos ligamentos e panturrilhas do que os tênis comuns.

Segundo a decisão, os consumidores poderão receber o dinheiro de forma direta ou por meio de demanda coletiva ainda a ser aprovada pela Justiça. “A FTC quer que os anunciantes nacionais entendam que devem exercer certa responsabilidade e se assegurar de que suas afirmações sobre a saúde estejam apoiadas na ciência”, disse David Vladeck, diretor do departamento de Defesa do Consumidor da FTC.

Ficam aqui alguma perguntas para reflexão: Porque será que as Marcas ainda não tem visão de “potenciais desastres” como esse?  Não há internamente nenhuma estrutura de defesa da marca, ou mesmo de avaliação de riscos?

Bem, na verdade as Marcas deveriam ter essa capacidade preventiva: os argumentos de vendas deveriam estar embasados em documentação válida comprovada. Sabemos que PROPAGANDA ENGANOSA é um ponto de vista de consumidores e da Lei, sobre algo que o anunciante diz publicamente, mas que não tem como PROVAR o que está dizendo. E é incrível como Marcas poderosas deixam “passar batido” esse tipo de coisa.

Todo mundo vai na valsa e aprova aquilo que não poderia ser aprovado. É o chamado excesso de entusiasmo. Se a equipe de produto que cria o mesmo, é dona da aprovação da Campanha – certamente ela estará orgulhosa e entusiasmada para exagerar na argumentação. Por isso, toda empresa e toda marca deveria ter um grupo de executivos experientes que validassem as campanhas e argumentos a serem usados nas mesmas.

Num mundo “totalmente aberto e transparente”, onde não há segredos e os diferenciais competitivos são efêmeros ou temporários, as marcas não podem correr o risco de olhar a curto prazo e dar tiros no próprio pé. O consumidor fica feliz quando uma grande marca e uma grande empresa é punida desse modo. A mídia também fica e muito se escreve e se diz sobre isso. As faculdades e universidades vão estudar o “case”de insucesso. Todo mundo tem farto material para comentar e para trabalhar (inclusive esse Analista de Branding que aqui escreve). Somente um ator tem perdas severas: a própria marca, que publicamente demonstrou ter um baixo entendimento do que sejam as atividades de Branding.

 Ana J.
Fonte: Inovação & Marketing



04/10/11

“Energia Douro” lidera finalistas dos European Best Event Awards





















“Energia Douro” lidera finalistas dos European Best Event Awards


O concerto “Energia Douro“, promovido pela EDP nas margens do Rio Douro, entre o Porto e Vila Nova de Gaia, a propósito do 35º aniversário do Grupo, foi nomeado para os European Best Event Awards. O evento encontra-se entre os finalistas das categorias de Melhor Evento Musical, Melhor Evento Público e Melhor Celebração / Festival, sendo o evento, a nível europeu, finalista em mais categorias. Com o evento “Energia Douro”, criado pela Desafio Global Ativism, a EDP conseguiu chegar, além dos milhares de pessoas presentes, a cerca de 1,3 milhões de espectadores, através da transmissão em directo da SIC.

Entre os eventos finalistas dos European Best Event Awards encontram-se trabalhos da Realizar Worldwide Events, da Música no Coração e da UP Partner / 27Names. A realizar tem entre os finalistas as Festividades da Proclamação da República durante o Festival dos Oceanos (categoria de Evento Cultural), o Pic-nic Continente (Evento Público) e o LCD Humano da ZON (Lançamento de Produto / Serviço). Já a Música no Coração e a UP Partner / 27Names têm entre os finalistas, respectivamente, o Festival Sudoeste TMN (Evento Musical) e a Coca Cola - RED Battle of Execution (Incentivo / Team-Building). Os vencedores serão anunciados a 23 de Novembro, em Milão.


Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer

03/10/11

Coca-Cola e Daft Punk criam garrafas com pormenores… preciosos


Numa das versões das garrafas, o logótipo da Coca-Cola está escrito em ouro e, na outra, em prata

Depois do lançamento de garrafas em tons de dourado e prateado, a Coca-Cola e a dupla Daft Punk anunciaram uma nova colaboração. Que ganha, desta vez, a forma de garrafas com metais preciosos. Foram duas as versões criadas: numa delas, o logótipo da Coca-Cola está escrito em ouro e, na outra, em prata, noticia o Blue Bus. Nesta colecção de edição limitada, foram criadas 20 garrafas.
Ana J
Fonte: artigo da  Marketeer

01/10/11

Número de finalistas aos Prémios Eficácia aumenta face a 2010

Sétima edição dos Prémios à Eficácia da Comunicação atingiu os 41 casos finalistas

A sétima edição dos Prémios à Eficácia da Comunicação atingiu os 41 casos finalistas. “Telecomunicações e Media”, “Alimentação e Bebidas” e “Distribuição e Restauração”, com oito e cinco casos respectivamente, são as categorias com maior número de finalistas.

De um total de 53 casos inscritos, o júri irá avaliar 41, sendo que em Novembro, serão conhecidos os vencedores desta iniciativa da Associação Portuguesa dos Anunciantes (APAN) e do Grupo Consultores.
“Pediatra Online (Continente)”, “Mega Pic Nic Continente 2011″, “Marca Única (Continente)” e “Missão Sorriso 2010 (Continente)” são os quatro casos com os quais a Sonae MC se destaca entre os anunciantes, sendo aquele que conta com maior número de campanhas entre os finalistas.

“Consideramos que apesar das actuais condicionantes, anunciantes e agências têm trabalhado claramente no desenvolvimento de campanhas de comunicação criativas, mas acima de tudo eficazes”, afirma Manuela Botelho, Secretária Geral da APAN.

A sétima edição dos Eficácia, patrocinada pela SIC, Cemusa, Film Brokers e Produções Fictícias, fica também marcada pela associação do Grupo Controlinveste à iniciativa, que irá oferecer ao anunciante vencedor do Grande Prémio 25 mil euros em espaço publicitário.

Os finalistas estão a ser avaliados pelo painel de jurados presidido por Cláudia Portugal (PrimeDrinks) e composto por António Almeida (Nielsen), Francisco Velez Roxo (FCEEUCP), Joaquim Borges Martins (Henkel Ibérica Portugal), Jorge Teixeira (Excentric), Marco Nanita (Delta Cafés), Miguel Barros (Fuel), Pedro Loureiro (Mediagate), Rodrigo Silva Gomes (Normajean) e Rui Freire (Unicer). A lista dos casos finalistas pode ser consultada em www.premioseficacia.org .

 São parceiros da VII edição dos Prémios Eficácia a Pixel Reply, Briefing e GCI.

Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer