Marketing, turismo, marcas, inovação,tecnologia, actualidade, fotografia

10/10/11

O ESTADO DA ECONOMIA DIGITAL


Carlos Oliveira, secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação vai estar presente no debate sobre “O Estado da Economia Digital”,na sessão inaugural da Portugal Internet Week 2011. O evento tem lugar no pavilhão 1 do Centro de Congressos de Lisboa, dia 13 de Outubro.

A iniciativa, responsabilidade da ACEPI (Associação do Comércio Electrónico e da Publicidade Interactiva), contará também com o debate do tema "Comércio Electrónico e a Globalização: Oportunidade para Portugal", onde António Pereira Dias, director da Unicre, e João Miguel Ladeiras, coordenador eCommerce da Worten serão alguns dos intervenientes.

Ao longo do dia haverá ainda espaço para debater os temas “Marketing e Publicidade Digital: Desafios e Oportunidades para os Marketeers Portugueses" e “Mobilidade e Inovação: Novos Dispositivos, Novos Negócios, Novos Consumidores".

Ana J.
Fonte: RHPortugal

08/10/11

Seis mitos sobre o lançamento do novo iPhone


Veja o que a Apple mudou e o que era só boato sobre a nova versão


A Apple lançou na última terça-feira uma nova versão de seu smartphone. Nada de iPhone 5. Os rumores de um grande salto tecnológico não se confirmaram e o que mudou no novo aparelho foi, na verdade, uma atualização do hardware e algumas mudanças simples.

O iPhone 4S, como foi batizado, ganhou um processador duas vezes mais rápido (o A5 dual-core, também usado nos iPads) e que aumenta em até sete vezes a qualidade gráfica do aparelho. A bateria também ganhou mais autonomia e deve durar o mesmo tempo que durava no iPhone 4, apesar da maior demanda de energia (até 7 horas de autonomia de conversação em 3G, 14 horas de autonomia de conversação em 2G, 6 horas de utilização da internet em 3G, 10 horas de utilização da internet em Wi-Fi, 10 horas de reprodução de vídeo ou 40 horas de reprodução de áudio numa carga total com a capacidade original)

A câmera do iPhone 4S também melhorou e agora é de 8 megapixels. O aparelho promete iluminação do sensor para imagens mais claras; captura até 33% mais rápida; balanço de branco até 26% mais eficiente; captura de vídeos em até 1080p (Full HD); estabilização de imagens em movimento; e redução de ruídos na captura de vídeos.

Comando de voz

A grande inovação do iOS 5 (o novo sistema operacional que estará disponível apenas aos proprietários do iPhone 4S) é o Siri: um sistema de controle por voz que permite ao usuário dar ordens de comando ao aparelho. Como um assistente pessoal, com uma forma de inteligência virtual, o smarthpone poderá encontrar restaurantes, marcar reuniões, fazer anotações, ler e-mails e por aí vai. Por enquanto, o serviço está disponível apenas em inglês e há rumores de que leve até cinco anos para chegar ao Brasil.

O iPhone 4S mantém o preço do 4, mas com agora há também uma versão 64GB, custando US$399 em um contrato de 2 anos. Os modelos de 16GB e 32GB continuam iguais — US$199 e US$299, respectivamente. A nova geração do aparelho chegará às lojas norte-americanas no dia 14 de Outubro e até o fim do ano deve chegar a mais de 70 países (o Brasil ainda está fora dessa).

Mitos

iPhone 5

Como falei ali em cima, nada de iPhone 5. O novo aparelho mantém a mesma carcaça com apenas algumas atualizações de hardware e software.

Tela maior

Com um novo iPhone, era certeza que a Apple iria melhorar a sua famosa tela, certo? Errado. A tela continua do mesmo tamanho, o que até faz sentido. Assim, os desenvolvedores não precisam ficar preocupados com a adaptação dos aplicativos em diferentes telas, como acontece no Android. Mas os apaixonados pela maçã esperavam uma tela de até 4 polegadas (a atual tem 3,5).

Novo design: mais leve e mais fino

Nada de novo design. Assim como na mudança de iPhone 3G para 3GS, fica tudo igual. Esperamos que o iPhone 5 venha mesmo mais fino e mais leve, né?

Botão

O boato era de que o novo iPhone teria um botão mais quadrado, com a opção de mais de um clique, ou até não teria botão, seguindo a tendência dos novos smartphones do mercado e seus botões touchscreen. Mas nada mudou.  

Dual chip

Não se sabe direito se foi confusão de algum site com a tradução de chip dual-core (híbrido GSM e CDMA), mas havia rumores de que o novo iPhone surpreenderia e permitiria o uso de duas linhas GSM. Um grande passo para a Apple. Mas um grande passo não confirmado.

Chip para pagamento sem fio

A tecnologia NFC já é tendência no Android, Windows Phone e Nokia, mas ainda não chegou ao iPhone. O smartphone da Apple já oferece ferramentas e transações bancárias com o PayPal e Cielo, mas não investiu nessa tecnologia. E fica a dúvida: será que o iPhone 5 terá?

Ana J.
Fonte: Band

Namoro, carro e casa perdem para a internet


Para três em cada cinco jovens entrevistados, ficar conectado é tão importante quanto respirar


A internet se tornou tão importante quanto água, ar, comida e moradia para três em cada cinco jovens brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Cisco com jovens de até 30 anos em 14 países, o percentual de estudantes (65%) e profissionais (61%) brasileiros que fizeram tal afirmação está acima da média mundial (33%).

No Brasil, 66% dos estudantes e 75% dos profissionais pesquisados disseram que não conseguiriam viver sem a internet e a mencionam como “parte integrante de suas vidas”. A taxa mundial ficou em 55% no caso dos universitários e 62% dos trabalhadores.

A pesquisa mostra ainda que ficar conectado é mais importante que o contato físico. Dois em cada cinco universitários entrevistados no mundo (40%) disseram que a internet é mais importante para eles do que namorar, sair com os amigos ou ouvir música. Aqui, o percentual é bem expressivo: 72% dos estudantes brasileiros dão preferência à rede.

Hoje, atualizar o Facebook também é mais importante do que ir a “baladas”, namorar, ouvir música ou ficar com os amigos. Essa opinião é compartilhada por 27% dos entrevistados em todo o mundo, e, mais uma vez, a média do Brasil é maior, com 50% dos estudantes. A Espanha lidera o ranking, com 54% dos universitários considerando a interação pelo Facebook mais importante que o contato pessoal.

A maioria dos universitários no mundo (64%) escolheria uma conexão com a internet em vez de um carro, índice praticamente igual no Brasil, com 63%. Na China e Japão, a preferência pela rede chega a 85% e 84%, respectivamente.

Ana J.
Fonte: artigo Band

07/10/11

Mola Ativism duplamente premiada nos Red Dot Awards


Projecto Love Meat Tender vai receber dois prémios no evento ligado ao design

A Mola Ativism vai ser hoje galardoada com dois troféus nos “Red Dot Awards: Product Design 2011″, cuja entrega de prémios se realiza em Berlim, na Alemanha.

 Este certame do sector do design atribuirá na edição deste ano dois prémios ao projecto Love Meat Tender - uma marca de restauração especializada em bifes - ambos dentro da categoria de corporate design e nas subcategorias de identity e signets and logos.

 Para além da assinatura da marca, “House of gourmeat”, a cargo da Mola ficou o desenvolvimento da estratégia da insígnia, naming, logótipo, tom de comunicação, universo gráfico, arquitectura de interiores, design de ambientes e design industrial.

 Os projectos vencedores da edição de 2011 dos Red Dot Awards farão parte do International Yearbook Communication Design 2010/2011, e serão expostos online na página da organização.

 A partir do dia 8 deste mês, o Red Dot Design Museum, com mais de 4 mil m², terá patente a exposição destes trabalhos.

Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer

06/10/11

O líder do século XXI


Segundo um estudo da Boston Consulting Group (BCG), 56% dos profissionais afirmam não ter talento para desempenhar posições chave de liderança. Em causa está a formação ineficaz para os desafios do século XXI.


Para Roselinde Torres, sócia do BCG responsável pela área de liderança, o que falha é a formação que as organizações oferecem aos seus colaboradores e futuros líderes ao usar as mesmas técnicas de há 20 anos.

"Há uma grande incompatibilidade entre a forma como os líderes são desenvolvidos, avaliados e recompensados e o que o mundo exige deles para irem adiante", defende Roselinde Torres.

O estudo desenvolvido em 35 multinacionais, desde 2010, conclui que o ambiente de negócios é pautado por uma cada vez maior imprevisibilidade, um mais rápido fluxo de informações e mais stakeholders que no passado.

Assim, a solução para formar os líderes do século XXI passam por “quatro atitudes essenciais: navegar, liderar com empatia, aprender com autocorrecção e criar soluções win-win”, explica Roselinde Torres em declarações à revista brasileira Você RH. Ou seja, o líder deve desenvolver capacidade de adaptação.

Ana J.
Fonte: artigo da Human Resources

Fundador da Apple morreu ontem aos 56 anos, vítima de um cancro no pâncreas

A « Apple perdeu um génio visionário e criativo, e o mundo perdeu um ser humano impressionante. Aqueles que tiveram a sorte de conhecer e trabalhar com o Steve perderam um querido amigo e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que só ele podia ter construído e o seu espírito vai ser para sempre a base da Apple.»

É esta a mensagem que se pode ler no site oficial da companhia da maçã, que perdeu ontem o seu carismático líder, Steve Jobs, de 56 anos, vítima de um cancro no pâncreas. O anúncio foi feito um dia após o lançamento do mais recente gadget da empresa, o iPhone 4S.

A doença foi-lhe diagnosticada em 2004, altura em que a imagem de “líder indestrutível” sofreu o seu primeiro abalo.

Reconhecido como um dos maiores gestores a nível mundial, Steve Jobs destacou-se pela sua capacidade de atribuir aos produtos que criava um carácter aspiracional. A comprová-lo estão as vendas de mais de 275 milhões de iPods, 100 milhões de iPhones e 25 milhões iPads, em todo o mundo. Raramente aparecia em público, com excepção das conferências de apresentação dos seus gadgets, a que compareciam centenas de jornalistas de todo o mundo. Mas em 2007 afastou-se praticamente - e dentro do possível - das luzes da ribalta. Nos raros momentos em que foi visto, a partir daí, mostrava-se com uma imagem visivelmente debilitada.

Em Agosto deste ano demitiu-se e foi substituído na presidência executiva pelo número dois da empresa, Tim Cook.

«Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse cumprir as minhas funções e expectativas como presidente executivo da Apple, seria o primeiro a informar-vos. Infelizmente, esse dia chegou», afirmou Steve Jobs, numa missiva enviada ao Conselho de Administração da Apple, em que deixou claro, no entanto - e se o Conselho de Administração assim o entendesse - que gostaria de responder pelo cargo de “chairman”.

Steven Paul Jobs destacou-se no panorama empresarial pela sua forma de estar e de actuar. Tornou-se numa marca por si só, quase sempre vestido de preto, num tom altivo que imprimia um certo distanciamento aos seus colaboradores. Alguns deles apelidavam-no mesmo de “faraó”. Tinha por hábito andar descalço e assumia-se como Budista. Com uma fortuna estimada em 8.4 mil milhões de dólares, reduziu o seu salário na Apple a 1 dólar!

Fez da Apple uma das marcas com maior notoriedade a nível mundial, privilegiando sempre a inovação, o design e a funcionalidade.

Conseguiu ampliar a Apple para além do seu mercado inicial, tendo a empresa passado a actuar na área da electrónica e das telecomunicações.

Para trás deixa produtos icónicos como o iPod, iPhone, iPad, que ficarão para sempre associados à sua imagem.

Jobs era mais do que um CEO ou fundador de uma empresa. Revolucionou o universo dos dispositivos móveis e a forma como as pessoas comunicam no mundo inteiro.

O seu sucessor, Tim Cook, será sempre sombreado pela sua figura, dificilmente ultrapassável. E as comparações, essas, são inevitáveis.

Para aqueles que querem partilhar memórias e condolências, a Apple deixa um endereço de email: rememberingsteve@apple.com.


Ana J.
Fonte: Marketeer

05/10/11

Reebok devolverá US$ 25 millões aos consumidores


A inovação, dizem os especialista, é o único modo de uma Marca mudar a competição, conquistar mais consumidores (especialmente os ávidos por novidades) e ampliar sua margem ou lucratividade. E a Inovação, casada com um bom Marketing, com um bom lançamento, dá uma dianteira para as Marcas em relação aos seus competidores. Aparentemente, foi isso que fez a Reebok: pesquisou o consumidor feminino, criou um produto inovador e preparou um lançamento com a barulho que a Indústria Global do Tenis constuma fazer.

O produto foi colocado nas lojas por valores que variavam entre US$ 80 e US$ 100 o par. A campanha contava com, entre outras coisas, grandes cartazes encobertos “por alguns dias” e que, depois, eram abertos (com uso de tecnologia de velcro, que é dominada pela Reebok). No cartaz, a atriz e modelo Kelly Brook vestindo… nada além de um par do EasyTone! Na sequência entraram os Anúncios e demais Materiais de Ponto de Venda. Toda argumentação da Campanha centrou-se no racional: O EasyTone prometia fortalecer a musculatura dos glúteos femininos em até 28%


A agência e a Reebok apostaram todas as suas fichas nesse argumento ou promessa, pois a pesquisa indicava que o consumidor feminino desejava um produto que fizesse isso. Agora a Marca tinha algo realmente DIFERENCIADO!

Os consumidores viam a PROMESSA e começaram a responder positivamente: foram às compras. O produto começa a girar nos pontos de venda e os consumidores começam a experiência com esse novo item da marca. Os consumidores começam a “conversar” entre si, pelas redes sociais. Aparece uma reclamação aqui e outra ali. De repente as reclamações virtuais crescem. E além disso, começam as reclamações reais e formais na justiça. Bem, a Justiça não pode ignorar os “reclamos” de centenas e centenas de consumidores.

Aí entra a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC em inglês), que defende o direito dos consumidores e decide: a Reebok terá de devolver o dinheiro para os consumidores por conta de propaganda considerada enganosa. A FTC enquadrou a empresa após  centenas de queixas contra o modelo de tênis que é vendido como tonificador de glúteos. O veredicto foi divulgado quarta-feira, dia 28, e obriga a Reebok a pagar US$ 25 milhões em reembolso para os compradores dos modelos EasyTone e RunTone. A propaganda diz, falsamente, que o tênis proporciona 28% a mais de força e tonificação nos glúteos e 11% mais força nos ligamentos e panturrilhas do que os tênis comuns.

Segundo a decisão, os consumidores poderão receber o dinheiro de forma direta ou por meio de demanda coletiva ainda a ser aprovada pela Justiça. “A FTC quer que os anunciantes nacionais entendam que devem exercer certa responsabilidade e se assegurar de que suas afirmações sobre a saúde estejam apoiadas na ciência”, disse David Vladeck, diretor do departamento de Defesa do Consumidor da FTC.

Ficam aqui alguma perguntas para reflexão: Porque será que as Marcas ainda não tem visão de “potenciais desastres” como esse?  Não há internamente nenhuma estrutura de defesa da marca, ou mesmo de avaliação de riscos?

Bem, na verdade as Marcas deveriam ter essa capacidade preventiva: os argumentos de vendas deveriam estar embasados em documentação válida comprovada. Sabemos que PROPAGANDA ENGANOSA é um ponto de vista de consumidores e da Lei, sobre algo que o anunciante diz publicamente, mas que não tem como PROVAR o que está dizendo. E é incrível como Marcas poderosas deixam “passar batido” esse tipo de coisa.

Todo mundo vai na valsa e aprova aquilo que não poderia ser aprovado. É o chamado excesso de entusiasmo. Se a equipe de produto que cria o mesmo, é dona da aprovação da Campanha – certamente ela estará orgulhosa e entusiasmada para exagerar na argumentação. Por isso, toda empresa e toda marca deveria ter um grupo de executivos experientes que validassem as campanhas e argumentos a serem usados nas mesmas.

Num mundo “totalmente aberto e transparente”, onde não há segredos e os diferenciais competitivos são efêmeros ou temporários, as marcas não podem correr o risco de olhar a curto prazo e dar tiros no próprio pé. O consumidor fica feliz quando uma grande marca e uma grande empresa é punida desse modo. A mídia também fica e muito se escreve e se diz sobre isso. As faculdades e universidades vão estudar o “case”de insucesso. Todo mundo tem farto material para comentar e para trabalhar (inclusive esse Analista de Branding que aqui escreve). Somente um ator tem perdas severas: a própria marca, que publicamente demonstrou ter um baixo entendimento do que sejam as atividades de Branding.

 Ana J.
Fonte: Inovação & Marketing