Marketing, turismo, marcas, inovação,tecnologia, actualidade, fotografia

20/10/11

Boston é a cidade mais inovadora do mundo


Segundo o estudo da empresa australiana 2thinknow, Boston, nos EUA, é a cidade mais inovadora do mundo. O ranking global contempla 125 cidades mundiais.


A análise foi feita a 331 cidades, tendo como critérios a capacidade da cidade criar produtos e serviços inovadores no registo de patentes.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) já reconheceu a importância da inovação, sublinhando o seu papel para a recuperação das economias.

Boston revalida o título de cidade mais inovadora – alcançando também na 1.ª edição do ranking, em 2008. Já quanto a cidades portuguesas, só Lisboa ingressa o ranking no 113.º lugar.

As dez cidades mais inovadoras do mundo:

1. Boston, EUA

2. São Francisco, EUA

3. Paris, França

4. Nova Iorque, EUA

5. Viena, Áustria

6. Amesterdão, Holanda

7. Munique, Alemanha

8. Lyon, França

9. Copenhaga, Dinamarca

10. Toronto, Canadá


Ana J.
Fonte: artigo da RHPortugal

18/10/11

Eurobest com jurados portugueses em todas as categorias


Competição europeia da indústria publicitária, de marketing e da comunicação realiza-se em Lisboa

Diogo Anahory, Pedro Rodrigues, Luís Mergulhão, Pedro Albuquerque, Vitor Cunha, Rui Vieira e Lionel Vieira são os sete jurados portugueses escolhidos pela organização do Festival Eurobest para integrar o painel que avaliará mais de quatro mil trabalhos inscritos nas 13 categorias a concurso, oriundos de mais de 37 países europeus. A competição europeia da indústria publicitária, de marketing e da comunicação terá lugar este ano em Lisboa, de 28 a 30 de Novembro.

 O director criativo e partner da BAR Lisboa, Diogo Anahory, integra o júri de quatro categorias da publicidade: TV/ Cinema, Imprensa, Outdoor e Rádio. Já Pedro Rodrigues, director da Desafio Global/ Ativism, vai participar no colectivo do júri das categorias Marketing Directo e Promoção de Vendas. Pedro Albuquerque, managing partner da Albuquerque Design, vai avaliar os trabalhos inscritos na categoria de Design, e Vítor Cunha, da Direcção da JLM & Associados, é jurado pela categoria Relações Públicas. O CEO da Omnicom, Luís Mergulhão, integra o júri da categoria de Media, e o director criativo da Fullsix, Rui Vieira, vai avaliar os trabalhos inscritos nas categorias de Digital e Mobile. O realizador e cineasta Leonel Vieira, da Stop Line Filmes, juntar-se-á aos demais elementos do júri da categoria Craft.

 Esta é a primeira vez na história do festival Eurobest que jurados portugueses marcam presença em todas as categorias a concurso. Os convites feitos a este nível pela MOP - Multimedia Outdoors Portugal, empresa de publicidade exterior que assegura a representação nacional do Festival Eurobest, deram privilégio a representantes de empresas 100% portuguesas. «Pretendemos deixar um ‘sabor português’ em todas as fases do evento», afirma em comunicado Vasco Perestrelo, CEO da MOP.

Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer

16/10/11

6 perfis de consumidores e o que fazer para eles nas mídias sociais


Compreensão das ações dos diferentes grupos de internautas auxilia a comunicação das marcas

Em um mundo conectado, as empresas têm muito a se beneficiar por meio do Marketing digital, mas também ficam mais expostas. Como lidar com erros ou comentários que podem afetar a reputação da marca e saber a maneira certa de se comunicar com os clientes? O processo pode ser simples, se a empresa conhecer o modo de agir do consumidor.

Na pesquisa Digital Life, da TNS, o levantamento de seis diferentes tipos de internautas teve como objetivo entender a história do cliente, suas necessidades e emoções, para que as marcas possam se posicionar. “Nem todos aceitam a informação da mesma maneira, por isso é importante estudá-los para saber como agir”, explica Marcel Ueno (foto), especialista em pesquisas de Stakeholder Management da TNS no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Os consumidores que mais compram
 O primeiro dos seis grupos é composto por aqueles consumidores com o maior nível de compra online. São também os que realizam o maior número de atividades na internet: usam redes sociais, buscam informação para aprendizagem pessoal, leem notícias, realizam atividades multimídia, jogam e até procuram parceiros. Eles são abertos às marcas e sua relação com a internet é apaixonada, acham que no meio digital podem se expressar melhor e com mais liberdade e estão sempre conectados.

É fácil atingir esse perfil com as ações de Marketing. Pode ser por meio de divulgações em uma fan page, usando social games e até vídeos de propaganda. Esse consumidor tende a participar de comentários em perfis da empresa que segue, no Twitter ou Facebook. Ao mesmo tempo em que ele é acessível, vai também querer postar uma reclamação se sentir que foi prejudicado por uma marca.

Já os que têm maior envolvimento com a marca, e aparecem em segundo lugar no quesito compras online, são os chamados “influentes”. Ainda mais abertos à presença das empresas, estes usuários são majoritariamente jovens, que usam a internet como parte integral da vida. Têm também muitos amigos em redes sociais e querem propagar seus pensamentos e opiniões na internet.

Este grupo é o mais crítico em relação aos produtos que compra ou às estratégias de empresas na internet e está sempre preparado para participar de fóruns e destacar erros em ações de Marketing, ou até falar sobre algo que pessoalmente não gostou. É ideal comunicar-se com este usuário e respondê-lo, mas com cuidado para não soar como uma mentira, ou o efeito será o contrário. Como este consumidor é o mais aberto às marcas, ele estará disponível nos canais e até tende a aprofundar as informações sobre empresas.

Em terceiro lugar no nível de compra, estão os consumidores que usam a internet para adquirir conhecimento e informação. Eles não são muito interessados em redes sociais, mas querem ouvir opiniões de especialistas para suas decisões de compra, além de buscarem produtos mais modernos. Esse perfil não é tão aberto para a comunicação de marcas. A melhor maneira de atingir este cliente é provendo informação com credibilidade sobre os produtos e lançamentos, principalmente na imprensa especializada e nas descrições em sites de compras.

Os chamados “networkers” estão no quarto lugar em porcentagem de compra online, mas ainda são bem receptivos a ações de Marketing na internet. Seu perfil de uso da rede é para manter relações. São ocupados na vida profissional e entram na web mais em casa, procuram promoções e produtos, mas não propagam suas opiniões online.

Consumidores mais fechados

Estratégias simples e diretas chamam mais a atenção deste grupo, tanto em redes sociais quanto em comerciais. Este consumidor busca mais informações sobre promoções e concursos do que interatividade com a marca ou ações divertidas. Quando se sente prejudicado por uma empresa, não costuma reclamar online, mas possivelmente não voltará a confiar na marca, tornando-se inatingível a ela.

Em penúltimo lugar, estão os consumidores que usam a internet somente pela praticidade e não costumam fazer mais do que acessar o e-mail. São pessoas mais velhas, que se preocupam com a privacidade e a segurança na hora da compra.

Anunciar produtos por email mostrou-se, segundo o estudo, a maneira mais intrusa de comunicação das marcas. Para atingir este consumidor, o ideal é mostrar credibilidade, oferecendo informações detalhadas no site oficial da empresa e em “press releases”. Eles também levarão em conta comentários negativos em sites de compra, principalmente os que não obtiveram solução.

Já aqueles com o menor nível, tanto de compra quanto de abertura à comunicação de marcas, são novos na internet. Os “aspirantes” são consumidores em desenvolvimento, que estão evoluindo suas ações no meio digital. Eles se interessam por ações inusitadas, diferentes e divertidas nas redes sociais. Criar um relacionamento e ações de fidelidade com este consumidor é ideal, para acompanhar seu desenvolvimento na internet.

Integração multimídia
 Para os consumidores mais ativos, segundo o levantamento, a maior tendência da internet agora é a integração multimídia. Ou seja, é a chance para as empresas de aproveitar de forma inteligente todas as ações que o cliente pode realizar na internet, como ouvir música, ver vídeos, criar grupos e mostrar sua localização. “Há cada vez mais diversificação nos canais e opções de acesso a conteúdo”, diz Ueno.

Um caso recente de uso de um dos recursos menos aproveitados, a opção de compartilhar a localização pelo Foursquare, foi do Starbucks. A empresa recompensou os clientes que faziam “check-in” nas franquias da rede dos Estados Unidos com vouchers de US$ 40. Outra ação foi feita pela Domino’s no Reino Unido, com uma promoção que dava pizza de graça para os clientes que mais fizeram “check-in” em uma franquia da rede.

No Brasil, a Sony aproveitou o recurso dando brindes a quem compartilhasse no Foursquare que estava no stand criado pela empresa temporariamente no aeroporto de Congonhas. “As marcas terão sucesso se investir na multimídia, mas é preciso observar que há diversas possibilidades para produtos diferentes”, afirma Ueno.

Gerenciamento
O canal que apresenta maior impacto de avaliações de internautas na compra direta dos consumidores é o que engloba os sites de compras, segundo o estudo da TNS. “O consumidor engajado não deixa de avaliar os comentários sobre um produto à venda nesses sites. Ele tem mais opção de escolha e pesquisa”, diz Ueno. Esse canal também é o menos intrusivo para uma marca se comunicar com o cliente.

Já uma forma mais difícil para a marca conquistar os consumidores é quando uma ação de Marketing interrompe suas atividades. Como em propagandas em vídeo no Youtube, por exemplo. Uma pesquisa da Softpedia mostrou que 70% dos internautas pulavam os vídeos. Os melhores resultados eram para os que tinham menor duração.

O estudo das melhores ações para divulgação sem “irritar” o consumidor e os impactos delas devem ser medidos particularmente, mas obedecem a algumas etapas principais. A primeira é o mapeamento de mídias sociais para entender o que está sendo discutido online, observando principalmente a reincidência de temas ou problemas específicos. A partir do reconhecimento de interações online em que a marca é citada, deve-se checar os pontos prioritários para fortalecer e proteger a companhia.
 
 Monitoração
 Para evitar que falhas se propaguem no meio digital, é necessário monitorar o canal o tempo inteiro. “Não adianta fingir que não ouviu, tem que ser sincero”, diz Ueno. “No Brasil, as pessoas são mais abertas à comunicação de empresas do que em outros lugares. Além disso, os brasileiros são mais tolerantes a erros”, garante. Não é possível, no entanto, basear-se nesta premissa para deixar de atender os consumidores.

No ranking das empresas que sofreram maior número de reclamações nos últimos 30 dias, segundo o site Reclame Aqui, está a Lojas Americanas em primeiro lugar, com 2.831 posts, a maioria por entrega de produtos não efetuada ou feita no local errado. Em segundo vem a Tim Celular, com 2.181 reclamações, a maior parte pelo sinal baixo da internet.

Por outro lado, há companhias que conseguiram solucionar os problemas e revertê-los em sucesso. A empresa que obteve a melhor recuperação nos últimos 12 meses foi a ThermoSystem Duchas e Aquecedores. A marca atendeu 100% das 191 reclamações e proporcionou solução a 97,4% dos usuários, entrando em contato pela página, pegando o e-mail do prejudicado e lidando diretamente com ele. O tempo médio de resposta foi de 11 horas. Como resultado, 92,3% afirmaram que voltariam a fazer negócios com a companhia.

O que as empresas fazem
Um estudo da eMarketer mostrou que a maioria das empresas (47%)  se envolve diretamente com o autor do post para minimizar impactos negativos, enquanto 33% procuram melhorar o serviço que causou o ponto negativo e 24% ainda encorajam outros a falarem positivamente da empresa.

Em um caso recente, um usuário fez reclamações em um vídeo postado na fan page do Bradesco e recebeu a resposta do banco, que pediu os dados para comunicar-se com o cliente. A reação do consumidor foi de surpresa e felicidade ao perceber que foi ouvido. “O recomendado é ser o mais transparente possível. Dá para ser simples, não é necessário fazer uma campanha de comunicação para um comentário ruim”, diz Ueno.
Ana J.
Fonte: artigo do Mundo do Marketing



14/10/11

Portugal ganha prémio europeu de RH




Helena Santos, directora de Recursos Humanos da AXA Seguros, venceu o Prémio Europeu de Recursos Humanos 2011 atribuído durante o Congresso Europeu realizado em Istambul, Turquia.

O prémio, criado pela EAPM - European Association for People Management, tem como objectivo estimular o pensamento inovador na função “Gestão das Pessoas” .

Foi da competência de cada uma das 28 associações nacionais, espalhadas pela Europa, a escolha do representante de cada país, para estar presente na final, em Istambul. Em Portugal, esse papel cabe à APG (Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos).

O ensaio - premiado, na primeira fase, em Portugal pela APG e, agora, grande vencedor também no prémio europeu da EAPM - tem como tema: “Profissionais que Trabalham com Pessoas”.

Ana J.
Fonte:artigo  RHPortugal

13/10/11

“Querida Blackberry. Por favor dá-me um reembolso para eu poder comprar um iPhone”


Consumidores da fabricante têm-se queixado nas redes sociais dos problemas do smartphone

Para um smartphone que tem tentado manter a sua posição no mercado global, as falhas no serviço dos Blackberry, da Research in Motion (RIM) não podiam ter tido um timing pior…
Os consumidores da fabricante têm-se feito ouvir nas redes sociais, reclamando contra as grandes interrupções dos serviços de e-mail e de mensagens dos Blackberry, e os concorrentes da marca não perderam tempo, estando mesmo a aproveitar a situação para conquistar novos utilizadores!

A Apple, por exemplo, como noticia a Adage, está a bater recordes de pré-encomendas com o iPhone 4S, tendo registado mais de 1 milhão de pedidos em 24 horas.

 “Querida Blackberry. Por favor dá-me um reembolso para eu poder comprar um iPhone”. Mensagens como esta, de utilizadores zangados com o dispositivo da RIM, proliferam no Twitter.

 O episódio surge na sequência da descida da quota de mercado global de smartphones da Reasearh in Motion, que caiu para 12% no segundo trimestre, em comparação com os 19% do período homólogo de 2010. Em grande parte devido às vendas crescentes de dispositivos iPhone e Android.

 Os problemas da Blackberry começaram esta semana quando os utilizadores europeus se depararam com falhas no acesso às mensagens e e-mails. O problema espalhou-se depois para a América do Norte e está agora a afectar utilizadores de todos os continentes, com execpção da Antárctica. E à medida que as interrupções no serviço atravessavam o Atlântico, também os tweets e os posts de Facebook fazem esse percurso. Resta saber se a resposta da RIM a esta crise será suficiente para manter a sua base de consumidores, na qual estão incluídos vários utilizadores profissionais que não conseguem ter acesso a mensagens de trabalho esta semana!

 Até agora, e como faz notar a Adage, a empresa pouco fez para além de actualizar os seus websites e Twitter para acalmar os clientes, confirmou um porta-voz da RIM. De momento, também não há nenhum plano de reembolso a ser posto em prática.

 «A esta altura estou apenas concentrado em colocar o sistema em funcionamento outra vez», afirmou David Yach, o Chief Technology Officer para Software da RIM.

 A Blackberry está já a sofrer quebras significativas na percepção da sua marca, no Reino Unido, com base nos resultados de um inquérito feito pelo YouGov BrandIndex, que entrevista online, todos os dias úteis, cinco mil pessoas. Na Alemanha, por sua vez, o declínio foi menos pronunciado. Já na América do Norte, a percepção tem-se mantido, já que os problemas só começaram a afectar este mercado ontem. De referir que, entretanto, a percepção da marca iPhone está a aumentar nos três mercados…
Ana J.
Fonte: Marketeer

12/10/11

Atelier português conquista Grand Prix nos Red Dot Design Awards


Atelier português foi premiado com a intervenção de design de ambientes "SKIN"


O P-06 Atelier, Ambientes e Comunicação conquistou, na passada sexta feira, em Berlim, o Grand Prix nos Red Dot Communication Design Awards 2011.

 A distinção foi-lhe atribuída entre um total de 6.468 participantes de todo o mundo, tendo sido ainda o único atelier português, entre os 10 mundiais, a receber os galardões de Grand Prix e de Best of the Best. Foi premiada a intervenção de design de ambientes “SKIN” que concorria na categoria de Design/Public Space. O seu interior iluminado funciona também como um sistema de sinalética, desenvolvido para a JLCG Arquitectos no foyer do Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva, no Parque das Nações.

Ana J.
Fonte: Marketeer

11/10/11

Tecnologia domina ranking das marcas mais valiosas


Das dez marcas mais valiosas do mundo atualmente, sete são do setor de tecnologia. A conclusão é da Interbrand, consultoria de marcas (branding), na 12ª edição do ranking 100 Melhores Marcas Globais. Coca-Cola segue como a marca mais valiosa do mundo, segundo o levantamento. A fabricante de bebido vale US$ 71,8 bilhões, aumento de 2% em relação ao levantamento anterior, quando valia US$ 70,4 bilhões.
 A segunda marca mais valiosa é a IBM, que se valorizou 8%, de US$ 64,7 bilhões em 2010 para US$ 69,9 bilhões na edição 2011. Em seguida, aparecem, na ordem: Microsoft, Google, GE, McDonald’s, Intel, Apple, Disney e HP. Dessas, a que mais cresceu foi a Apple, que saltou da 17ª colocação no ano passado para a 8ª posição neste ano. A Apple aumentou seu valor de marca em 58% e pela primeira vez se encontra entre as 10 maiores, diz o diretor da Interbrand do Brasil, Alejandro Pinedo.
Além de Apple, a Amazon.com (26ª), Google (4ª) e Samsung (17ª) são as quatro empresas que mais subiram no ranking. Uma das poucas novatas é a HTC (98ª), fabricante de aparelhos móveis. O setor é extremamente valorizado. Entretanto, algumas empresas de tecnologia enfrentam grandes problemas, disse Pinedo, citando como exemplo a Nokia, que caiu da 8ª para a 14ª posição, após enfrentar forte concorrência em smartphones.
 Pinedo lembra ainda que o último ano foi marcado por uma melhora nos mercados, depois da crise de 2008 que acabou abalando o desempenho das companhias também em 2009. A melhora do humor no ano passado, segundo ele, contribuiu para o ressurgimento da indústria automotiva americana e a alta demanda por carros na China.
 Dessa forma, a Toyota (11ª) mantém sua posição como a maior marca automotiva no estudo. E como novidade, a Interbrand informa que a Nissan Motor, a segunda maior fabricante de veículos do Japão e ausente das Melhores Marcas Globais desde 2007, retornou ao ranking agora, na 90ª posição.
 A próxima edição do ranking deve apresentar reflexos do cenário de turbulências nos mercados da Europa e EUA. Porém, como ressalta Pinedo, para uma marca permanecer na lista das mais valiosas é importante manter a consistência, relevância e comprometimento, especialmente em época de mudanças.
 Conforme o levantamento, o mercado financeiro é um dos que continua lutando para manter o valor das marcas após a crise económica de 2008. Citi (42ª posição), Barclays (79ª), Credit Suisse (82ª) e UBS (92ª) viram uma pequena redução no valor de suas marcas. Porém, algumas instituições financeiras com sede na Europa registraram crescimento de 5% ou mais, como o suíço Zurich (em 94° lugar) e o espanhol Santander (68°).
 Brasil
 Não há empresas brasileiras entre as 100 marcas mais valiosas do mundo. Várias companhias brasileiras poderiam entrar para o ranking, pelo valor da marca. Porém, elas precisam avançar em outros quesitos, disse Alejando Pinedo, da Interbrands. É preciso que a empresa tenha um terço de sua receita fora do local de origem e deve ser lembrada por pessoas em qualquer lugar do mundo, mesmo fora de sua área de atuação.
 Segundo ele, Vale e Petrobras são fortes candidatas a entrar no ranking por conta da atuação em outros países. Porém, as duas são pouco conhecidas fora de seu ramo de atividades. Já o Itaú Unibanco atingiu o valor de marca necessário, mas não possui presença global. Diferentemente da Alpargatas – que, apesar da presença mundialmente reconhecida, ainda não atingiu o valor mínimo para entrar na lista.

Ana J.
Fonte: Inovação & Marketing