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26/12/11

Famílias portuguesas gastam em média 20.400 euros por ano


Mais de metade da despesa anual média das famílias corresponde a despesas em habitação, transportes e produtos alimentares.

A despesa anual média dos agregados familiares é de 20.400 euros, de acordo com Inquérito às Despesas das Famílias 2010/2011, hoje publicado pelo INE. Este valor representa um aumento de 15,9% em termos nominais e de 5,9% em termos de volume, face aos resultados apurados em 2005/2006.

Do total da despesa, 57% diz respeito a custos com habitação (29,2%), transportes (14,5%) e produtos alimentares (13,3%), “sendo que o peso deste conjunto de despesas não variou muito relativamente aos outros anos”, sublinha o INE.

É também nestes três conjuntos de despesas de bens e serviços que se registam as maiores variações face a 2005/2006: uma redução de 2,2 pontos percentuais (p.p.) no caso da despesa em bens alimentares e aumentos nos casos das despesas em habitação (2,6 p.p.) e em transportes (1,6 p.p.).

Gastos com comunicações disparam mais de 30%

25/12/11

Oito lançamentos de marcas portugueses em 2011


Relembre alguns casos de inovação de marcas portuguesas que foram notícia ao longo de 2011.

1. Sagres Preta Chocolate





É uma edição limitada, mas despertou curiosidade. O site de lançamento da Cerveja Sagres Preta com sabor a Chocolate, com elementos feitos de chocolates verdadeiro, foi premiado em vários festivais de criatividade. Este projecto foi assinado pela Grand Union.



2. Compal Clássico de Cereja

O nome diz tudo. É para ser bebido fresco. A campanha de lançamento foi assinada pela Y&R e teve o filme produzido pela Krypton.

3. Papel higiénico para crianças

Em Espanha a Renova lançou um pack, a propósito da visita do Papa Bento XVI, com rolos de papel com as cores da bandeira do Vaticano. O pack vinha acompanhado pela frase Welcome Benedict! – I Love the Pope. Em Portugal, o destaque vai para a linha de papel higiénico para crianças. Para quem não sabe, o Renova Kids é constituído por rolos de folha dupla, com suavidade extra e vem decorado com personagens infantis.



4. Chá da Delta Q

A Delta entrou no negócio dos chás com o lançamento do Delta Q Tisanas, disponível nas versões Delight, Refresh e Relax. O projecto, que resulta de uma parceria com a Tetley, teve comunicação a cargo da Lowe Ativism. O objectivo para este ano era vender três milhões de cápsulas de Delta Q Tisanas e entrar em mais 150 mil lares. Trezentos mil lares já têm máquinas Delta Q.

5. Uma bebida para bronzear





A Sunlover, desenvolvida por Artur Tavares, apresenta-se como a primeira bebida cosmética do mundo.Além de hidratar, a Sunlover permite obter um bronzeado mais rápido. Representou um investimento na ordem dos 1,4 milhões de euros,com o objectivo é vender um milhão de latas em Portugal.

6. Chocolates Imperial

A empresa Imperial descreve-se como o maior fabricante português de chocolates. Além de criar produtos específicos para os países de exportação, colocou no mercado, por exemplo, novos bombons Jubileu d’Or, frutos secos cobertos com chocolate Jubileu ou o Regina sabor a maracujá.

7. Novas marcas de iogurte

Em 2011 surgiram duas novas marcas de iogurtes. A Gelgurte pôs no mercado o Nutrégi, o iogurte “que faz bem”, que teve comunicação a cargo da BeNext. A mesma empresa lançou o Glint, que segue o conceito “O iogurte que eu quero”. Aqui o projecto foi assinado pela Mola Ativism. A Gelgurte, empresa da Guarda, decidiu lançar estas marcas depois de deixar de produzir para a Yoplait.

8. Casal Garcia na versão sparkling

Há uns anos seria impossível de imaginar vinho a pressão ou sem álcool. Mas nesta área as inovações não param. A marca de vinhos verdes Casal Garcia acrescentou às versões branco e tinto, o rosé e, mais recentemente, o espumante Casal Garcia Sparkling.

Ana J.
Fonte: artigo de Meios&Publicidade




23/12/11

Qual será a Consultora Ibérica do Ano?


Prémios The Holmes Report EMEA serão atribuídos em Janeiro de 2012

Lift Consulting, Inforpress, Weber Shandwick, Marco de Comunicacion e Torres y Carrera são as agências que estão na corrida para o reconhecimento de Consultora Ibérica do Ano, no âmbito dos prémios The Holmes Report EMEA.

De referir que a concurso, no que respeita a Consultoria Especializada do Ano, estão também as categorias de Consumer, Corporate, Financial, Healthcare, Public Affairs, Technology, New Consultancy e Digital, na qual a Weber Shandwick também se insere.

Os vencedores serão conhecidos em Janeiro de 2012, e os prémios atribuídos em Maio desse ano, na cerimónia de entrega dos Sabre Awards, em Bruxelas.

Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer

22/12/11

Heineken desafia consumidores a criar a garrafa do futuro


Marca lançou uma edição limitada para coleccionadores, numa caixa com quatro versões diferentes da garrafa

A Heineken decidiu antecipar a comemoração dos seus 140 anos - que se assinalam em 2012 - e lançou uma edição limitada para coleccionadores, numa caixa com quatro versões da garrafa da insígnia holandesa. Desta linha fazem parte a primeira garrafa da marca, apresentada em 1873, a edição de Nova Iorque (que representa o primeiro lote exportado para os EUA em 1933, logo depois do fim da Lei Seca), o actual rótulo disponível no mercado e… a Future Bottle, ou a garrafa do futuro. O rótulo desta garrafa será escolhido num concurso que a Heineken lançou no Facebook , no âmbito do qual os consumidores são convidados a desenvolver o rótulo da garrafa.

Nesta rede social o utilizador pode fazer o download de um esboço da garrafa e criar um desenho que corresponda a metade da embalagem. No fim do seu trabalho, deverá encontrar outro desenho de outro utilizador que julgue combinar com o seu. Se o autor do design correspondente à outra metade concordar em juntar os dois desenhos, poderão competir com outros desenhos combinados, elaborados por fãs da marca em todo o mundo, adianta o Blue Bus. Segundo informações do site News is my Business, a garrafa com o design criado pelos consumidores começará a ser comercializada em todo o mundo a partir de Dezembro de 2012.
Ana J.
Fonte: artigo da Marketeer

21/12/11

O que vai mudar no trabalho em cinco anos


A IBM revelou a “IBM Five in Five”, uma lista de inovações que promete mudar a forma como as pessoas trabalham, vivem e passam os seus tempos livres dentro de cinco anos.

Segundo a IBM, esta lista é feita com base na análise de tendências sociais e de marketing, assim como nas tecnologias que estão a desenvolver nos seus laboratórios.

 A “IBM Five in Five” previu, em 2008, que os consumidores teriam uma palavra a dizer através da Web e que receberiam feedback através dela, como agora acontece sobretudo com as redes sociais.

A lista “IBM Five in Five”:

 1. Produziremos a nossa própria energia: Tudo o que se move tem o potencial de criar energia. Os nossos ténis de corrida, andar de bicicleta e até mesmo a água que corre nos canos das nossas casas podem gerar energia. O avanço da tecnologia no campo das energias renováveis vai permitir armazenar energia a partir de pequenos dispositivos e usá-la depois nas nossas casas, locais de trabalho e cidades.

20/12/11

10 coisas que não vão acontecer em 2012


Fique a par do que não acontecerá no próximo ano

Com o fim do ano a aproximar-se, saiba quais são as 10 coisas que não vão acontecer em 2012, segundo Daniel Flamberg, managing partner do Booster Rocket, serviço de optimização de vendas e marketing, publicadas no blogue iMedia Connection.

1. Os anúncios mobile vão explodir. Ou os consumidores ainda se estão a ressentir com eles, ou ainda não descobriram como usá-los. As marcas não conseguem comprá-los, medir o seu ROI ou valor de envolvimento. Grande parte dos anúncios continuam a ser incorporados em jogos e aplicações.

19/12/11

Zara é lider destacada no sector da moda em Portugal


A Zara, marca do grupo espanhol Inditex, é a líder destacada do sector têxtil, vestuário e calçado.

A principal insígnia do grupo de Amancio Ortega emprega 2.429 pessoas em Portugal e factura quase 226 milhões de euros (valores de 2010). E é seguida por outra marca internacional, a holandesa C&A que no ano passado registou vendas superiores a 114 milhões de euros, menos de metade que a concorrente Zara. O terceiro lugar no ranking das maiores empresas do sector é ocupado pela portuguesa Modalfa, marca de vestuário do grupo Sonae.

Para João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, o domínio de empresas de carácter comercial na liderança do sector prende-se com a estratégia de grupos industriais como a TMG (Têxtil Manuel Gonçalves) ou a Somelos em constituir empresas por unidades de negócio, deixando de agregar as facturações.