Marketing, turismo, marcas, inovação,tecnologia, actualidade, fotografia

16/03/12

Online deve ser prioridade do Turismo, defende OMG Consulting


A OMG Consulting apresentou hoje uma análise das principais macro tendências que orientam o comportamento do turista, no âmbito da conferência "Portugal: Destino a Comunicar".

A OMG Consulting apresentou hoje uma análise das principais macro tendências que orientam o comportamento do turista, no âmbito da conferência “Portugal: Destino a Comunicar”. Em debate no evento, que decorreu no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa, esteve a comunicação do Turismo português.

A unidade de consultoria do Omnicom Media Group identificou, tanto nos turistas nacionais como internacionais, um consumidor smart shopper e eco-friendly, que procura autenticidade e um novo padrão de luxo. Estas tendências transformam a dinâmica da procura e da oferta, proporcionando novos desafios aos diversos players do mercado de Viagens/Turismo.

15/03/12

Quer comprar a cama do hotel?


"Leve para casa o design do seu hotel preferido" é mesmo o lema da loja online Home Glam

Imagine que gostou do sofá, da cama ou do tapete que viu no hotel onde ficou ou no restaurante onde jantou! E, gostou tanto, que tem mesmo vontade de comprar e levar para casa! Difícil? Agora já não. “Leve para casa o design do seu hotel preferido” é mesmo o lema da http://www.home-glam.com/ , uma loja online fundada por Marta e Nuno Marques e que procura responder a esta tendência recente: que os hóspedes comprem na internet os objectos que integram a decoração de hotéis e espaços de restauração que façam parte da loja.
Apesar de apenas agora estar a ser comunicada, a plataforma arrancou já em finais do ano passado, garantindo Nuno Marques que nestes três meses já foram feitas algumas transacções (não apenas com consumidores portugueses).

14/03/12

Volvo apresenta airbag para peões


A sua comercialização na Europa está prevista para Maio

O novo modelo da Volvo, V40, traz consigo uma novidade que poderá minimizar vários acidentes: um airbag para peões. Se um condutor atingir um peão ou um ciclista, por exemplo, sensores de contacto accionam de imediato uma bolsa insuflável. Assumindo o formato de um “U”, a bolsa aparece entre o pára-brisas e o capot do carro, criando uma área de protecção para o corpo humano, em caso de impacto, explica a revista Galileu. Também a parte da frente do carro se eleva ligeiramente, para reduzir o impacto do corpo no motor.

A fabricante espera vender 90 mil unidades deste modelo, por ano. A sua comercialização na Europa está prevista para Maio.

Entretanto, veja aqui como vai funcionar o airbag para pedestres:



Fonte: artigo da Marketeer

13/03/12

RENAULT - MUDE A DIRECAO 01 40.mov



Primeira campanha institucional criada pela NEOGAMA, o filme Mude a Direção é um convite para que as pessoas descubram os valores da Renault.


12/03/12

As 5 gigantes dos EUA em inovação


A revista Fast Company escolheu as empresas que provocaram autênticas revoluções nas nossas vidas, exactamente o que se pretende de uma startup. Saiba porque se manterão no topo.

1º APPLE – Por dar sempre que falar

Numa corrida entre as cinco empresas que dominam o mundo tecnológico, não há dúvida que a liderança pertence à Apple – qualquer passo que dê, todos vão atrás, e é sempre a primeira a arriscar uma nova direcção. O Siri pode não ter sido a melhor criação de Steve Jobs, mas desde que o assistente pessoal do iPhone 4S foi apresentado ao mundo, que domina as conversas e também a curiosidade da Amazon e da Google para desenvolverem uma tecnologia rival. O poder da Apple parece intocável. A câmara do iPhone 4S é tão avançada que há alguns anos teria custado, sozinha, uns 500 dólares. Os iPads dominam claramente o mercado dos tablets. A empresa está a crescer estrondosamente na China – 400% entre 2010 e 2011. E como se não bastasse, o novo CEO, Tim Cook, está a imprimir um estilo de liderança mais humano. Por este andar, ainda vão demorar muitos anos até que alguém consiga derrubar a Apple.

2º FACEBOOK – Por 800 milhões de razões

Os fanáticos da tecnologia falam na “Lei de Zuckerberg”, que diz que a cada ano duplica a quantidade de informação que as pessoas partilham. É raro atribuir a uma só pessoa – sobretudo quando tem apenas 27 anos – uma verdade absoluta e fundamental da nossa era. Mas esta lei não é apenas fruto da vontade humana, mas a resposta às novas potencialidades do Facebook. No ano passado permitiu aos utilizadores mais partilha de música e de notícias e introduziu a célebre timeline, que conquistou imediatamente milhões de fãs. Mais importante é o resultado prático de todas estas novidades: o Facebook pode tornar-se mais rentável que a Amazon, com lucros de quase mil milhões de dólares para total de receitas de 3 mil milhões, e o seu sucesso em angariar publicidade irá intensificar a rivalidade com a Google. Um dos pontos a melhorar é, porém, o cuidado com a privacidade dos utilizadores, que ainda desperta muitas dúvidas. Mas Mark Zucherberg sabe que por enquanto vamos aceitando os seus pedidos de desculpa.

3º GOOGLE – Por expandir a sua rede de produtos

Desde que Larry Page voltou à Google como CEO, na primavera passada, que está a tentar transformar a empresa com um só produto numa diversificada força na web. Acaba de ser reconhecido como o executivo mais poderoso dos Estados Unidos, o que prova o seu bom desempenho à frente da empresa que ajudou a fundar há 13 anos e que tem hoje uma capitalização bolsista de quase 200 mil milhões de dólares. O regresso de Page foi encarado como uma resposta ao Facebook, já que as redes sociais são um terreno que a Google nunca conseguiu explorar verdadeiramente. Uma das primeiras tarefas foi descontinuar alguns projectos para libertar os engenheiros para o desenvolvimento do Google +. Apesar de chegar atrasado, Page quer criar uma gigantesca rede social. Para rentabilizar a compra do Youtube, feita em 2006, a empresa lançou quase 100 canais, com programação original, para os quais conta com Madonna e Jay-Z, entre outras celebridades. O objectivo é fazer do Youtube a maior rede de televisão do mundo, para ir buscar o investimento publicitário. Mas nem tudo são intenções e já há resultados à vista: o Chrome ultrapassou finalmente o Firefox e é já o segundo browser mais usado pelos internautas. Com 200 milhões de utilizadores, o objectivo é agora destronar o Internet Explorer. Entretanto, a empresa sabe que está na mira das autoridades norte-americanas devido a acusações – já reconhecidas pela Google – de favorecer os seus produtos nos resultados de busca. A questão que fica no ar: pode a Google parar de tentar tornar-se a Microsoft?

4º AMAZON – Por nunca se acomodar

A falta de cabelo de Jeff Bazos, o físico franzino e as raras aparições públicas ajudam a construir uma certa mística à volta do fundador e CEO da Amazon. Os seus últimos lançamentos  também deram uma ajuda. Em Dezembro último, o Kindle, Kindle Touch, Kindle Touch 3D e Kindle Fire, juntos, alcançaram a média de 1 milhão de dispositivos vendidos semanalmente, colocando-a na 2ª posição do ranking dos tablets, entre a líder Apple e o 3º lugar da Samsung, apesar de constar que a empresa perde cerca de 15 dólares por cada aparelho. A rápida expansão da Quidsi, que saltou das fraldas para a comida para animais e brinquedos, e do serviço de streaming-video, que inclui programação dos canais CBS e Fox, mostram que a empresa de comércio electrónicos, que cresceu pelo menos duas vezes mais rápidos que o seu sector, continua a investir. Contudo, Bazos sofreu alguns percalços: o Kindle Fire chegou ao mercado com problemas que desapontaram muitos consumidores, a promoção para a sua aplicação também não foi bem recebido e os lucros da empresa não foram os esperados. Ao contrário da Apple, a Amazon ainda tem de provar que pode dar cartas no hardware e no ecommerce.

5º SQUARE – Por transformar os pagamentos em magia

Depois de escutar o desabafo de um amigo que perdera um cliente por não aceitar cartões de crédito, Jack Dorsey, um dos fundadores do Twitter, criou um aplicativo, que se liga a iPhones, iPads e qualquer dispositivo com sistema Android, e que é capaz de ler cartões de crédito em qualquer lado. Estava criada uma ferramenta revolucionária, que agrada a todos. Os comerciantes ganham ainda a possibilidade de ficar com o histórico das compras dos clientes, de poder enviar faturas via sms e publicidade à medida. Mas recentemente, Dorsey foi mais longe e o seu Card Case já dispensa até o uso do cartão de crédito. Agora, o cliente só tem de dizer o seu nome ao empregado da loja para que este situe os seus dados e a transferência entre a conta do cliente e do comerciante se faça automaticamente, com o simples aval de uma assinatura no ecrã do dispositivo móvel. Isto significa que já não é preciso nem dinheiro, nem cartões de crédito para tomar um simples café ou pagar uma viagem de táxi. Por enquanto, o dispositivo apenas funciona nos Estados Unidos, mas já tem mais de um milhão de aderentes. Jack Dorsey, que já viu esta sua segunda empresa avaliada em mil milhões de dólares, prepara agora a expansão da aplicação para a Europa e Ásia. Nem o facto de cobrar uma taxa de 2,75% por transacção – superior às praticadas pelas redes de cartões – tem impedido o negócio de crescer a uma velocidade superior à conseguida pelo sistema PayPal na mesma fase de desenvolvimento. A solução é tão prática e oferece tantas outras potencialidades que os comerciantes nem reclamam.

 Fonte: Inovação&Marketing (artigo original Expresso)

09/03/12

«As mulheres são sempre melhores clientes do que os homens»


"Se a marca tiver posicionamento, diferenciação e carácter, o produto vende-se"

O futuro está nas mulheres que são sempre melhores clientes que os homens. Esta foi uma das ideias chave que Hermawan Kartajaya, presidente da World Marketing Association, passou ontem a todos aqueles que assistiam às conferências do QSP Summit 2012, que se realizou na Exponor, no Porto. Segundo este profissional esta realidade reside no facto de as mulheres fazerem compras para si, para os seus filhos, maridos e casa, ao passo que os homens compram apenas para si próprios.

Entre os principais pontos apresentados por Hermawan Kartajaya destaque também para a importância da diferenciação das marcas. Segundo este profissional, as marcas apenas conseguem impor-se pela diferenciação pois caso esta não exista o preço será a sua única arma. Daí que defenda que o slogan da marca deva reflectir a verdadeira diferenciação da empresa. «Não adianta ter dezenas de vendedores na rua e dizer-lhes para vender. Se a marca tiver posicionamento, diferenciação e carácter, o produto vende-se», garantiu!

08/03/12

“Lisboa somos nós” com assinatura de “O Alfaiate Lisboeta”


Se passear pelas ruas de Lisboa a partir de 14 de Março é provável que encontre mupis com esta frase

Se passear pelas ruas de Lisboa a partir de 14 de Março é provável que encontre mupis com frases como “Lisboa é o nosso amor também”, “Lisboa sou eu e os meus sonhos também” ou “Lisboa sou eu e a minha vida também”. Trata-se de uma campanha assinada por José Cabral, mais conhecido pela autoria do blogue “O Alfaiate Lisboeta” , criada na sequência de uma proposta do bloguer feita à Câmara Municipal de Lisboa (CML). “Lisboa somos nós” é a assinatura que serve de mote à campanha, que estará patente na cidade ao longo de três semanas.

«Fiquei tão entusiasmado com a ideia de produzir conteúdos que pudessem promover Lisboa que decidi fazê-lo por minha conta e risco e tentar, a posteriori, apresentar a campnha à CML», explicou à Marketeer o autor do blogue “O Alfaiate Lisboeta”. O projecto foi idealizado há cerca de um ano e apresentado ao Departamento de Comunicação e Imagem da CML em Setembro de 2011. Por ter sido imaginada, redigida e concretizada por José Cabral, os investimentos alocados à campanha ficaram «muito abaixo daqueles que são os preços de mercado», garante o bloguer.