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24/04/12

YouTube aposta em Google AdWords para vídeo


O Google AdWords para vídeo permite aos anunciantes investirem apenas nos anúncios que são, de facto, visualizados

O YouTube lançou o Google AdWords  para vídeo. Através desta ferramenta, os anunciantes só pagam pelos anúncios quando os utilizadores decidem, de facto, vê-los. Além disso, as marcas podem criar e gerir campanhas de vídeo utilizando a mesma plataforma dos seus restantes anúncios display e em páginas de pesquisa.

De acordo com informações da Google, avançadas pelo Marketing News, o AdWords para vídeo oferece às marcas um vasto leque de opções para chegarem ao público adequado. Os anunciantes podem, por exemplo, promover os seus vídeos por palavras-chave que apareçam nos resultados de pesquisa do YouTube. Num outro ponto, podem preferir mostrar o anúncio nos conteúdos de maior interesse para os seus clientes, como é o caso de desporto e música.

A plataforma permite também medir a eficácia do investimento. Através do AdWords para vídeo, os anunciantes podem saber de que forma os utilizadores se relacionaram com a marca, durante e depois da visualização do anúncio. Da mesma forma, podem saber quantos utilizadores viram o anúncio completo, visitaram a sua página na web, permaneceram no seu canal para ver outro vídeo ou subscreveram o seu canal depois de terem visto o vídeo.

Através dos anúncios de vídeo TrueView, que dão aos utilizadores a possibilidade de controlar as mensagens dos anunciantes, bem como os conteúdos que visualizam e quando o fazem, o Google AdWords para vídeo permite que o anunciante pague apenas quando os utilizadores escolhem ver o seu anúncio, que é o mesmo que dizer quando existe interacção. Assim, não será cobrado um valor ao anunciante quando o utilizador preferir não visualizar o anúncio. Segundo a Google, isto significa que o investimento dos anúncios ficará dependente dos utilizadores interessados na marca e nos conteúdos que esta lhes pretende apresentar.

Veja como funciona o Google AdWords para vídeo.



Fonte: artigo da Marketeer 


23/04/12

Cientistas explicam como slogans se agarram ao cérebro


Frases com pronomes pessoais e artigos indefinidos são mais impactantes e, portanto, memoráveis

A partir de frases de filmes retiradas do IMDB  (Internet Movie Data Base), investigadores de Ciências da Computação da Universidade de Cornell, nos EUA, afirmam ter descoberto a fórmula para criar slogans memoráveis.

O grupo de cientistas, composto por Cristian Danescu-Niculescu-Mizil, Justin Cheng, Jon Kleinberg e Lillian Lee, analisou frases retiradas de cerca de mil filmes no site de informações técnicas sobre títulos de cinema. A partir dos dados analisados, identificaram que frases com pronomes pessoais e artigos indefinidos são mais impactantes e, portanto, memoráveis, porque criam uma noção de proximidade durante a fala. Verbos conjugados no passado servem para identificar eventos específicos, enquanto que verbos no presente são úteis para traduzir conceitos mais gerais.

Os cientistas não recorreram a discursos de pessoas famosas. Deram, antes, preferência a frases reconhecidas da cultura pop. A investigação separa dois tipos diferentes de citações: frases com mudanças de sentido ou mudanças sonoras, e frases com ideias mais genéricas. A frase “Half a million dollars will always be missed” (”Vão sempre perder-se meio milhão de dólares”), do filme “Jackie Brown”, de Quentin Tarantino, transmite a ideia de quebra, de contradição, afirmam os cientistas, citados pela Exame brasileira. Já a frase “A long time ago in a galaxy far, far away” (”Há muito tempo, numa galáxia muito muito distante”), da saga Star Wars, de George Lucas, traz uma ideia genérica, que pode ser recordada noutras situações.

Os cientistas explicam, por exemplo, que personagens de filmes com sotaque ou falas engraçadas são mais recordadas, principalmente se as frases puderem ser utilizadas noutros contextos. Por outro lado, personagens como as do realizador George Lucas são adequadas para personalizar assinaturas de marcas, com significados mais abrangentes.

Fonte: artigo Marketeer 

22/04/12

Porque a inveja existe?


Por Lygya Maya

Desde que comecei a ter sucesso na vida comecei a reconhecer certos "amigos", até mesmo estranhos ou profissionais da mesma profissão com certas atitutes que provavam que tinham inveja do meu sucesso. Quanto mais sucesso adquiria mais inveja percebia. A inveja dos outros chegou a tal ponto que me gerou a curiosidade e comecei a observar que em geral as pessoas invejosas se limitam a concentrar suas mentes em suas próprias limitações, com isso se frustam por não conseguir aprender o segredo do sucesso.

 Pela minha experiência de vida e profissão de terapeuta holística cheguei a conclusão de que o ciúme é um dos resultados negativos da inseguraça pessoal. Se todos nós compreendêssemos que ao invés de sentirmos ciúmes nos sentissemos felizes pelo sucesso de um colega ou amigo, poderíamos então nos unir aos bons e aprender com eles. Isso com certeza resultaria em milhões de pessoas bem sucedidas pelo mundo.

Todos nós temos a capacidade de reconhecer que o sucesso deixa marcas e que essas marcas podem servir como inspiração para que outros consigam passar essa informação a diante com o benefício de apoio, reconhecimento e respeito. Quando isso acontece, além de nos sentirmos melhor dentro de nós mesmos, aprendemos muito mais na jornada da comunição e união.

 Não somos seres perfeitos mas estamos aqui com toda a capacidade que precisamos para vencer com nossos próprios esforços e sermos felizes. Se você quer ter mais sucesso e se sente limitada (o), reconheça que a pessoa por quem sente inveja, pode se tornar o seu melhor guia para o seu sucesso.

Portanto se por um acaso sentir que tem inveja ou ciume de alguém, lembre-se que você tem a capacidade de mudar este sentimento que te limita a aprender e a crescer. Afinal de contas foi você mesma(o) quem o criou, assim sendo cabe a você recriar sentimentos positivos para uma vida melhor e bem sucedida.


nota: publico este artigo a pedido de um leitor do blog é por sinal muito interessante.

21/04/12

Coca-Cola se defende em caso de morte na Nova Zelândia


Mulher ingeria até dez litros do refrigerante por dia e sofreu ataque cardíaco; "até água, ingerida em excesso, pode ser 'dramaticamente sintomática', disse a marca

             Coca-Cola: marca teve de se defender em inquérito que investiga a morte de uma mulher na Nova Zelândia



 São Paulo - A morte de uma mulher que ingeria de oito a dez litros de Coca-Cola por dia na Nova Zelândia obrigou a marca a se defender ontem, em um inquérito que investiga o caso, além de divulgar um comunicado oficial, afirmando que até água em excesso poderia ser a causa de morte, de acordo com o The Guardian.

Natasha Harris, de 30 anos, moradora de Invercargill, na Nova Zelândia, morreu de um ataque cardíaco em fevereiro de 2010. Segundo o patologista Dan Mornin afirmou, a morte da neozelandesa pode estar ligada ao hábito de beber altas doses do refrigerante diariamente.

De acordo com o patologista, Natasha sofreu de hipocalemia, ou falta de potássio. O problema teria sido causado pela má nutrição e pelo consumo excessivo da Coca-Cola.

Um dos sintomas desse comportamento é o funcionamento anormal do coração. O médico afirmou ainda que o nível tóxico da cafeína contida no refrigerante pode ter contribuído para a morte.

Chris Hodgkinson, que vivia com Natasha, declarou que beber um copo de Coca-Cola era a primeira atividade da mulher após acordar e também a última, antes de dormir. "Ela era viciada em Coca-Cola", disse. Segundo ele, Natasha fumava cerca de 30 cigarros por dia e, nos meses que antecederam sua morte, vinha demonstrando falta de energia.

Martin Sage, outro patologista que depôs no caso, afirmou que "é certamente bem demonstrado que a ingestão excessiva de Coca-Cola, seja no longo ou curto prazo, pode ser dramaticamente sintomática, e há fortes razões hipotéticas para isto se tornar fatal em casos individuais."

A Coca-Cola rebateu a versão. De acordo com o The Guardian, a empresa divulgou um comunicado oficial, em que Karen Thompson, porta-voz da marca, defendeu a segurança do consumo da bebida:

"Concordamos com as informações compartilhadas pelo escritório do legista de que a ingestão grosseiramente excessiva de qualquer alimento, incluindo água, durante um curto período de tempo, com o consumo inadequado de nutrientes essenciais e a falta de intervenção médica apropriada, quando necessário, pode ser dramaticamente sintomático".

Fonte: artigo Exame de Abril  

20/04/12

E se o seu casamento for patrocinado?




Um "Casamento Patrocinado" acontece quando os noivos conseguem com que o seu casamento seja pago, em parte, por patrocínios ou até directamente pelos próprios convidados. O conceito foi criado pela Cozinha Divina, empresa de catering by Chakall

O conceito é simples: em troca de alguma visibilidade junto de um público geralmente vasto, dependendo da lista de convidados, as marcas oferecem produtos/serviços ou descontos especiais. O serviço de catering pode, inclusivamente, fazer parte da “lista de casamento”, sendo o valor amortizado mediante as ofertas dos convidados. Um “Casamento Patrocinado” acontece quando os noivos conseguem com que o seu casamento seja pago, em parte, por patrocínios (serviços, como o catering ou o bolo de noiva; permuta com uma marca em contrapartidas de publicidade; entre outros) ou até directamente pelos próprios convidados. O conceito foi criado pela Cozinha Divina, empresa de catering by Chakall, e o serviço tem o nome de “Casamentos Patrocinados”.

Nesta primeira fase, a Cozinha Divina vai analisar propostas de potenciais marcas que queiram aderir ao projecto e estudar, caso a caso, os pedidos dos casais, sendo já implementado o “Catering em Lista de Casamento”.

José Borralho, partner do Chef Chakall neste projecto, adianta que «esta é uma das novidades que a Cozinha Divina lançará», seguindo-se outras num futuro próximo.

Fonte: artigo da Marketeer

19/04/12

Campanha da cortiça portuguesa vence prémio mundial


A InterCork - Promoção Internacional da Cortiça - venceu a medalha de prata dos EMEA Sabre Awards 2012 com a campanha para a área dos materiais de construção e decoração no mercado alemão sob o mote "Viver Melhor. Com cortiça" ("Schoener Leben. Mit Kork" na versão original).

Em competição estiveram cerca de 2200 concorrentes, entre os quais marcas como a Unilever, Adidas ou Shell.

“Schoener Leben. Mit Kork” ganhou o Silver Sabre na categoria de "Social Media Hub" e de Publicidade. A campanha fica também nomeada para o prémio Gold Sabre para a região DACH (Alemanha, Áustria e Suiça).

O vencedor do Gold Sabre será revelado no dia 31 de Maio, durante uma cerimónia a decorrer em Bruxelas.

O InterCork contou com 15 milhões de euros para a promoção da rolha de cortiça, chegando a países como França, Itália, Reino Unido, Alemanha e EUA.

No caso dos materiais de construção e decoração, e com um orçamento de seis milhões de euros, a campanha chegou aos EUA e Canadá, Alemanha, Rússia, Japão, Bélgica, Holanda, China e Emirados Árabes Unidos.

Este projeto beneficiou de um apoio de 80 por cento do programa Compete – Programa Operacional Factores de Competitividade do QREN.

Ver vídeo 

Fonte : Portal Boas Noticias

18/04/12

Ícaro Dória e Chacho Puebla em viral dos Young Lions 2012


«A princípio pensámos em fazer o spot com os próprios mas a distância e a logística fizeram-nos pensar nos sósias que acabou por ser uma solução ainda mais engraçada»

Chamar a atenção de todos os jovens criativos do mercado de uma maneira que os faça perceber a grande oportunidade que é ser eleito um jovem criativo no Young Lions. Este era o briefing da campanha que a MOP desafiou a Fuel a criar de maneira a lançar o Young Lions 2012, concurso que vai escolher as jovens duplas criativas que irão representar Portugal no Festival de Cannes.

Para isso a Fuel resolveu usar como protagonistas da campanha dois dos criativos mais premiados do mundo - diz Marcelo Lourenço, director criativo da agência - e que começaram a ficar famosos ao trabalhar em Portugal: Ícaro Dória e Chacho Puebla.

«O Ícaro e o Chacho são dois nomes sonantes no circuito internacional das agências, são premiados, famosos, verdadeiras vedetas da publicidade internacional. Apesar de já não estarem a trabalhar em Portugal (Ícaro Dória voltou para São Paulo para abrir a Wieden Kennedy Brasil e Chacho Puebla agora é sócio da Lola em Madrid), os seus percursos continuam a inspirar os jovens criativos de Portugal», acrescenta Marcelo Lourenço. E Pedro Bexiga (também director criativo da agência) garante que “há muita gente que começa nesta profissão a pensar em ser o novo Ícaro ou o novo Chacho, em trabalhar em Portugal e conquistar o mundo. O que alias, é uma ambição muito saudável».

Foi a partir desta premissa que a agência criou um viral com dois “look-a-like” dos famosos criativos. «A princípio pensámos em fazer o spot com os próprios (que adoraram a ideia e nos deram apoio total) mas a distância e a logística fizeram-nos pensar nos sósias que acabou por ser uma solução ainda mais engraçada», diz Pedro Bexiga.

No viral, os “jovens” Ícaro Dória e Chacho Puebla desafiam os jovens criativos a serem os próximos popstars mundiais da publicidade, num rap composto pela Fuel e pela Dizplay. Além do viral, a campanha sob o conceito “Seja o próximo Ícaro Dória. Seja o próximo Chacho Puebla” estará presente em imprensa, internet e televisão.

O Concurso Young Lions engloba as categorias filme, imprensa, design, internet, activação, marketing e media.

O regulamento do concurso está disponível em www.younglions2012.mop.pt .

Veja o filme viral aqui

Fonte: artigo da Marketeer