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10/05/12

Workub: CV substituído por “Perfil de Competências”

Workub  é uma plataforma online de competências para quem oferece e procura trabalho ou pretende fazer parcerias. O objectivo é responder à necessidade do mercado em que já não resulta pôr anúncios de trabalho em sites, nem encher as caixas de e-mail com currículos.



Os trabalhadores inscrevem-se não através de um CV típico, mas antes de um “Perfil de Competências” que leva cerca de cinco minutos a preencher.
Álvaro Sardinha, engenheiro de máquinas, é o criador da plataforma. Começou por criar um manual de competências para a sua empresa, a Tecad, que apostava na interacção. Depressa percebeu que o modelo podia reproduzido para lá da sua empresa. A Workub foi criada em Agosto de 2011.
“ [As empresas] procuram competências muito específicas. Não querem ler currículos e ter muito trabalho, querem encontrar de forma rápida uma pessoa que tenha as competências de que precisam”, explica o criador da plataforma em declarações ao P3.
A Workub conta com 14 profissões e reúne cerca de 300 empresas e 5 mil profissionais. Esta disponível em três línguas: português, inglês e francês porque o objectivo é torna-la numa ferramenta global.

Fonte: RHPortugal

09/05/12

APN e GCI lançam Nutrition Awards 2012


As candidaturas aos Nutrition Awards 2012 têm início no próximo dia 14 e terminam a 31 de Julho

A Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN) e a agência GCI acabam de lançar a terceira edição dos Nutrition Awards, concurso que pretende dinamizar o mercado agroalimentar português.

Desde 2010, os Nutrition Awards destinam-se a “premiar os melhores projectos que se destacam pela inovação e mérito científico na área da Nutrição e do Bem-estar e que visam a promoção de estilos de vida saudáveis e de uma alimentação adequada”, explica a organização em comunicado.

Apesar de reconhecer que “a indústria tem demonstrado grande dinamismo ao responder à crise com mais e melhores produtos”, a APN reforça que “num momento em que urge olhar para o futuro com optimismo, a mobilização de todos é essencial, bem como o reconhecimento interno e a captação de oportunidades por via dos diferentes parceiros envolvidos no projecto”.

08/05/12

A equipa da 89gr on Grey está integrada e sob a directa responsabilidade da direcção criativa do Grey Group, liderado por Elisabete Vaz Mena



O Grey Group inaugurou uma nova área de negócio para o digital e redes sociais. Denominada 89gr on Grey, a empresa “89gr” - anteriormente conhecida como Desorgan - foi exclusivamente constituída para este efeito de maneira a reunir todas as actividades do grupo nestes domínios.
Luís Custódio assume a direcção geral da 89gr on Grey e justifica a sua opção de associação à Grey: «A Grey tem vindo a apostar amplamente na área digital e redes sociais, contando sempre com a nossa colaboração e suporte. É ainda uma estrutura onde o pensamento digital é transversal e está completamente integrado com a sua filosofia operacional o que, conjugado com o talento e experiência do seu capital humano, permite-nos aumentar drasticamente a nossa capacidade competitiva e projectar um desenvolvimento de negócio muito maior do que isoladamente no mercado. Partindo destes pressupostos e merecendo a sua confiança, os passos seguintes foram lógicos e fáceis, tendo-se assim criando a 89gr on Grey.»
A equipa da 89gr on Grey está integrada e sob a directa responsabilidade da direcção criativa do Grey Group, liderado por Elisabete Vaz Mena, possuindo ainda serviços próprios de atendimento a clientes. Entre os clientes da área digital encontram-se empresas como EMI Music Portugal, Everything is New, K Live Experiences, LisboaAgência, Música no Coração, Sony Music Portugal, Universal Music Portugal, entre outros.
Os serviços da 89gr on Grey vão desde o desenvolvimento à implementação, assegurando ainda toda a gestão continuada e/ou específica de processos e serviços inerentes necessários (Hosting, Web Development, Social Media, Web Design, Web & Social Media Strategies, Email Marketing, Search Engine Optimization, Mobile Marketing). 

Fonte: artigo Marketeer

07/05/12

Puma é a empresa mais ética do mundo


A Puma é a empresa mais ética do mundo, segundo a consultora britânica Eiris. A consultora é responsável pelos índices de sustentabilidade das bolsas de Londres e Joanesburgo, por exemplo.

A capacidade de gestão ambiental, a igualdade de oportunidades entre os colaboradores ou a transparência, foram alguns dos factores tidos em conta na avaliação da consultora.

As empresas mais éticas do mundo:

1. Puma

2. First Group

3. Banco Nacional da Austrália

4. GlaxoSmithKline

5. Roche

6. Novartis

7. Phillips Electronics

8. Deutsche Boerse

9. Novo Nordisk

10. Go-Ahead Group

Fonte: RHPortugal




06/05/12

As dez empresas que mais vendem para o estrangeiro


Ausência de financiamento está a dificultar o crescimento das exportações portuguesas.

No ano passado, as empresas portuguesas venderam para os mercados externos mais de 42,3 mil milhões de euros, o que representou um crescimento de 15,1% em relação ao ano anterior e dos quais 31,3 mil milhões foram no espaço comunitário e os restantes com o resto do mundo, onde se destacam os países emergentes. Aliás, constata-se que os empresários portugueses estão à procura de outros mercados, nomeadamente naqueles em que se perspectiva um forte crescimento económico, como Brasil, Índia, China, México, África do Sul, com um volume de negócios que já ultrapassa em larga medida os mil milhões de euros. Pouco ainda, mas essencial para abrir as portas para muitas mais empresas. Ou seja, é inquestionável o impacto dinamizador do mercado extracomunitário que parece ser agora o suporte para a evolução registada das contas externas nacionais.

Os números dizem que o crescimento, registado no ano passado das exportações, contem um incremento de apenas 5,9% para as exportações destinadas à União Europeia e um aumento de 37,9% das exportações destinadas ao resto do mundo. Um esforço dos empresários que permitiu um “forte contributo positivo para a variação do PIB” em 2011 – isto é, a recessão teria sido ainda mais grave se não fosse pelo comportamento do comércio internacional. E não só. Pela primeira vez as exportações foram superiores às importações feitas pelos portugueses.

05/05/12

Top 10 de erros de marketing em redes sociais


Por Carla Bordin

As empresas estão investindo cada vez mais nas redes sociais, Isso porque, através delas, podem apresentar (e consolidar) sua marca com um custo quase irrelevante se comparado ao das mídias tradicionais. No entanto, é preciso estar preparado para não colocar sua imagem em jogo.

Todo mundo erra e é possível aprender com as falhas alheias, certo? Sendo assim, seguem os erros de marketing mais comuns cometidos pelas companhias na era da web 2.0.

1. Não ter estratégia definida

Não basta ter uma conta no Twitter ou uma Fanpage para conquistar clientes. Soa um tanto óbvio, não? Porém, muitas empresas ainda pensam que sua mera presença nas redes sociais será sinônimo de sucesso. Ledo engano. Se não houver um plano de marketing bem elaborado e metas a serem seguidas, sua marca será apenas “mais uma” e, sem planejamento estratégico, ainda correrá o risco de ser prejudicada.

2. Não dar atenção aos clientes

Os comentários de seus fãs e seguidores indicam a qualidade dos produtos e serviços que oferece. Desta forma, se não der ouvidos ao que sua audiência diz, estará minando suas chances de se ter êxito nas mídias sociais. A interação e a socialização são as regras de ouro deste “novo meio”.

3. Não ser realista

Não é porque no “universo online” tudo ocorre de forma rápida que os resultados para sua companhia acontecerão da mesma maneira. Portanto, não crie expectativas ilusórias. Dê tempo ao tempo.

04/05/12

Michael Jackson regressa em latas da Pepsi



A ligação comercial de Michael Jackson à Pepsi durou cerca de uma década, e abrangeu os “anos de ouro” da carreira do artista

No âmbito da campanha “Live for Now”, a PepsiCo prepara-se para lançar uma edição limitada de latas do refrigerante Pepsi que utilizam a imagem de Michael Jackson, que durante cerca de uma década deu a cara pela marca.

Em comunicado, citado pela agência Bloomberg, a empresa sediada em Purchase, Nova Iorque, anuncia que serão comercializadas ao todo mil milhões de embalagens, em vinte países. O primeiro mercado a receber as latas é o chinês, onde estarão disponíveis a partir do próximo dia 5, seguido do mercado de origem da insígnia, o norte-americano. A data foi escolhida com o intuito de fazer coincidir a campanha global “Live for Now” – que conta ainda com a participação da cantora pop Nicki Minaj - com o 25º aniversário do álbum “Bad”.

De acordo com a publicação Beverage Digest, as latas, que mantêm as cores tradicionais da marca, serão de 473 ml. O acordo alcançado com os herdeiros de Michael Jackson , que faleceu em 2009, prevê ainda a realização de eventos de música e material de merchandising com o intuito de dinamizar a insígnia Pepsi, que tem vindo a perder quota de mercado para a concorrente Coca-Cola.

«A Pepsi sempre esteve na primeira linha da cultura pop», afirma Brad Jakeman, president of global enjoyment brands PepsiCo, citado pela Bloomberg. «Esta parceria global única, em torno de uma lenda da música, convida os fãs da Pepsi em todo o mundo a experienciar a música de Michael Jackson de uma forma envolvente e muito actual», acrescenta.

A ligação comercial de Michael Jackson à Pepsi durou cerca de uma década, e abrangeu os “anos de ouro” da carreira do artista. Em Novembro de 1983 – um ano após o lançamento do êxito “Thriller” -, o cantor (juntamente com os seus irmãos) e a marca estabeleceram uma parceira no valor de cinco milhões de dólares (aproximadamente 3,8 milhões de euros, ao câmbio actual), que na altura constituiu o maior montante alguma vez pago pelo endorsment de uma personalidade, segundo a agência Reuters.

Mas nem apenas de sucessos se conta a história comum do artista e da marca. Em 1984, um acidente com um dispositivo pirotécnico durante a gravação de um anúncio incendiou o cabelo do cantor, obrigando a PepsiCo a pagar-lhe uma indemnização de 1,5 milhões de euros.

Recorde um dos anúncios que Michael Jackson fez para a Pepsi:




Fonte: artigo Marketeer