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18/07/12

Jogos Olímpicos: a segunda marca mais valiosa do mundo


«Não há qualquer dúvida de que a marca ‘Jogos Olímpicos’ é um formidável gerador de valor e representa um enorme valor para o país organizador»

A marca “Jogos Olímpicos” regista em 2012 um valor de marca de 47,6 mil milhões de dólares, representando um crescimento de 87% desde os Jogos Olímpicos de Beijing, em 2008, data em que a marca foi avaliada em 25,.4 mil milhões de dólares. Assim, de acordo com o “Global 500 Rank”, estudo desenvolvido pela Brand Finance, “Jogos Olímpicos” é a segunda marca mais valiosa do mundo, antecedida apenas pela Apple, que regista um valor de marca de 70,6 mil milhões de dólares.

Para David Haigh, CEO da Brand Finance «não há qualquer dúvida de que a marca ‘Jogos Olímpicos’ é um formidável  gerador de valor e representa um enorme valor para o país organizador, esperando-se que produza um beneficio líquido para a economia inglesa de mais de 25 mil milhões de dólares».

A marca “Jogos Olímpicos” é mais valiosa do que qualquer uma das principais patrocinadores do evento como Samsung (em sexto lugar no ranking com um valor estimado de 38,6 mil milhões de dólares), GE (sétima posição, 33,2 mil milhões de dólares) e Coca-Cola (oitava posição, 31 mil milhões de dólares).

Segundo a Brand Finance, a marca “Jogos Olímpicos” registou um grande aumento desde os Jogos Olímpicos de Beijing, em 2008. Nestes quatro anos, a receita total cresceu 38%, para os 5,1 mil milhões de dólares e as receitas de transmissão televisiva (que representam dois terços das receitas do Comité Olímpico Internacional) cresceram 51%, para os 3,9 mil milhões de dólares. Já as receitas dos patrocinadores registaram um incremento de 10,5%, reflectindo, eventualmente, as difíceis condições comerciais da recessão que se sente a nível mundial.
Fonte: artigo Marketeer 

17/07/12

O blog e os leitores


* Estas são visualizações de pagina do meu blog no mês corrente, aqui fica o agradecimento a quem o visita. 

16/07/12

Distribuição de folhetos cresce na Europa

Com um volume total de 1.656 milhões folhetos distribuídos, Portugal encontra-se na 13ª posição dos mercados de maior volume para este media



O mercado de distribuição publicitária de folhetos está a crescer na Europa, tendo o seu volume aumentado 0,5% em relação a 2009. A conclusão é do primeiro estudo pan-europeu sobre os folhetos media distribuídos porta-a-porta (door drops), divulgado pela empresa de marketing relacional Mediapost Portugal, e que abrangeu 20 mercados.
De acordo com a investigação apresentada pela companhia, que representa no País a European Letterbox Marketing Association (ELMA), a distribuição publicitária no mercado europeu ascende a cerca de 108 mil milhões de itens e, em média, são investidos 3,8 mil milhões de euros neste media.

13/07/12

Toshiba faz portugueses levitar com Travel Light

A marca «torna real a promessa da mobilidade sem tempos de espera ou limitações de peso, autonomia ou performance»



Ver um empresário a levitar link externo enquanto trabalha no seu portátil será dos últimos cenários com que se espera deparar. Mas foi precisamente a esta situação que assistiram os transeuntes que, nos passados dias 4, 5 e 6 de Julho, passaram pelo Aeroporto de Lisboa.
A iniciativa foi da Toshiba e o seu desenvolvimento ficou a cargo da Euro RSCG Activation. A acção marcou o arranque da campanha “Travel Light”, que estará a decorrer até 31 de Julho, com o intuito de promover o novo Portégé Z830, um ultrabook que, de acordo com a Toshiba, é o “mais leve do mundo, com arranque super rápido”.
Com esta estratégia, e como explica o Regional Marketing director, Jorge Borges, a marca «torna real a promessa da mobilidade sem tempos de espera ou limitações de peso, autonomia ou performance».
De referir, também, que ao longo do período em que a campanha estará patente a Toshiba disponibilizará no local um espaço de exposição, onde os interessados poderão descobrir os equipamentos da marca.

                                            Fonte: artigo Marketeer                             

12/07/12

Shell, Exxon Mobil e Wal-Mart no topo do mundo

Os Estados Unidos, com 132 empresas, são o país mais representado na lista da Fortune



A petrolífera Royal Dutch Shell lidera o ranking anual das 500 maiores empresas do mundo, elaborado pela revista Fortune. Apesar da crise, as receitas conjuntas das empresas presentes na lista, que é dominada pelo sector energético, aumentaram 13,2% em 2011 face ao ano anterior e atingiram valores recorde.
No ano passado, as receitas da Shell cresceram 28,1% para 484 mil milhões de dólares (395 mil milhões de euros), enquanto os lucros aumentaram 53,6% para 30,9 mil milhões de dólares (25,2 mil milhões de euros). Já no primeiro trimestre deste ano, as receitas da petrolífera sediada em Haia, Holanda, progrediram 11% face ao período homólogo, de acordo com os dados da Fortune, citados pela agência Reuters. Resultados que lhe valeram o primeiro lugar do ranking.
Em segundo lugar na lista Global 500 da Fortune ficou a energética americana Exxon Mobil, que em 2011 viu os seus lucros aumentarem 35% para 41 mil milhões de dólares (33,5 mil milhões de euros). A completar o pódio surge a retalhista americana Wal-Mart, que perdeu a liderança do ranking que mantinha desde 2009, depois de os seus lucros terem recuado 4,2% em 2011, sobretudo devido à quebra das vendas no mercado doméstico, nota a Reuters.
O top 10 do ranking anual da Fortune fica completo com as companhias energéticas BP (Reino Unido), Sinoplec, China National Petroleum, State Grid (China), Chevron e ConocoPhillips (Estados Unidos), e com a fabricante automóvel Toyota (Japão). Contas feitas, os Estados Unidos estão representados com quatro empresas no top 10, enquanto a China conta com três empresas.


De resto, 132 das 500 empresas que figuram na lista são norte-americanas. O segundo país mais representado é a China, com 73 empresas, e o terceiro é o Japão, com 68.
Segundo a Fortune, no ano passado as 500 maiores empresas mundiais registaram receitas conjuntas de 29,5 biliões de dólares (24 biliões de euros), o que representa um aumento de 13,2% em relação ao ano anterior, e lucros conjuntos de 1,6 biliões de dólares (1,3 biliões de euros). «Apesar da instabilidade financeira na Europa e dos desastres naturais no Japão, as maiores companhias mundiais alcançaram lucros e receitas recorde em 2011», sublinha Kerri Chyka, porta-voz da Fortune, citado pela Reuters.
 Fonte: artigo da Marketeer


11/07/12

Para as mães, eles serão sempre crianças

O filme “Kids” foi lançado hoje online, simultaneamente em todo o mundo, antes da sua estreia em televisão durante a Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos



Procter & Gamble (P&G), patrocinador global do Movimento Olímpico, lançou hoje o filme “Kids” link externo, o segundo anúncio da campanha mundial “Obrigado Mãe”. O filme “Kids” foi lançado hoje online, simultaneamente em todo o mundo, antes da sua estreia em televisão durante a Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos.
«O dia de amanhã ficará marcado pela abertura da Aldeia Olímpica em Londres. A duas semanas do início dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, as selecções estão escolhidas e mais de dez mil atletas a nível mundial estão a preparar-se para as mais importantes competições das suas vidas. Anos de treino, trabalho e dedicação vão terminar em triunfo para os melhores dos melhores», afirma Marc Pritchard, Global Marketing and Brand Building Officer da P&G. «Estaremos a honrar a pessoa que os ajudou na sua caminhada até Londres – as suas mães, através da nossa campanha “Obrigado Mãe”», acrescenta.
O mesmo responsável comenta: «Sabemos através do contacto com as mães de atletas olímpicos que embora os seus filhos tenham crescido e tornado nos melhores atletas do mundo, aos seus olhos, elas sempre os irão ver como crianças.»
A realização do filme ficou a cargo de Daniel Kleinman e contou com a participação de cerca de 245 crianças de 16 países. As gravações decorreram nos EUA e na Grã-Bretanha e o filme estará disponível nos meios online, social media, televisão e imprensa.
Com o objectivo de facilitar a participação de todos na campanha ‘Obrigado Mãe’, a P&G está também a lançar a aplicação digital ‘Thank You Mom app’ que permite às pessoas agradecer às suas mães enviando conteúdos personalizados em formato de vídeo ou imagem estática com legenda ou texto.

Fonte: artigo Marketeer

10/07/12

As marcas não gostam só dos Likes



Ganhar fãs e Likes foi apenas apontado por 12,1% dos inquiridos como o objectivo primário


De acordo com um estudo realizado pela Ad Age, em parceria com o Citygroup, os marketeers que colocam anúnicos pagos no Facebook fazem-no mais para gerar notoriedade para a sua marca do que para angariar Likes e fãs.
Segundo o estudo, que incidiu sobre os subscritores da Ad Age, 45,9% dos inquiridos respondeu que o seu primeiro objectivo ao anunciar na rede social é o de dar a conhecer a marca e atrair a simpatia dos consumidores. O segundo principal motivo, apontado por 17,6% dos inquiridos, é o de gerar tráfego para o site da marca, enquanto ganhar fãs e Likes é o objectivo primário de 12,1% dos inquiridos.
Os resultados “são talvez surpreendentes, uma vez que acumular Likes tem sido a peça central de muitas das estratégias de marketing, ainda que a maior parte dos marketeers não tenha ideia se os Likes se traduzem num aumento das vendas”, sublinha a Ad Age.
Manter contacto com os consumidores (11,9%), aumentar as vendas (8,4%) e incrementar o comércio social (2%) são as restantes razões que levam os marketeers a colocar anúncios pagos no Facebook.
«Em 2011, as marcas gastaram muito tempo e energia a construir a sua base de fãs», afirma Debra Aho Williamson, analista da eMarketer, citada pela Ad Age. «Penso que estamos a assistir a uma evolução, pois as marcas agora tentam perceber o que fazer com esses fãs», conclui.

Fonte:artigo da Marketeer