Um estudo da Odgers Berndtson analisa a «mudança cultural» que ocorrerá com a substituição dos líderes da geração do "baby boom" pelos nascidos na década de 80.
Como será a transição entre os líderes da geração nascida no pós-guerra – os chamados "baby boomers" – e os novos líderes das gerações X e Y, nascidos a partir de 1980? E que novas exigências trará a chegada de uma nova geração a cargos de liderança? O estudo da consultora Odgers Berndtson, elaborado em parceria com a Cass Business School, da City University London, revela que a maioria das organizações não está preparada para esta mudança, sugerindo que as empresas deverão começar a preparar de forma faseada a transição.
Este estudo, baseado em entrevistas a 100 gestores de topo e executivos de diferentes sectores e áreas geográficas, adianta que a transição dará lugar a uma renovação de competências de liderança, ainda que a mudança se traduza inicialmente numa perda de competências da força de trabalho com a reforma dos "baby boomers".
Segundo os inquiridos, as novas competências desejadas para «atrair e motivar os futuros empregados» são «a inteligência emocional, as competências pessoais e a flexibilidade», mais valorizadas, segundo o estudo, do que as competências técnicas, essenciais ao exercício de qualquer função.





