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27/03/14

Pepsi - Nova campanha


16/03/14

Bitcoins - mais que uma simples moeda virtual

Nesse artigo, veremos um pouco sobre a tão famosa moeda virtual que tem ganhado repercussão tanto pela sua valorização estrondosa quanto pelas notícias de falências e supostas fraudes. Mostrarei seu funcionamento e algumas críticas implícitas que essa inovação nos deixa.



Introdução

Bitcoin é uma moeda virtual criada em 2009 e cercada por vários mistérios sobre seu desenvolvedor, a princípio o Satoshi Nakamoto. Considerada a primeira moeda digital descentralizada, Bitcoin possibilita fazer transferências anônimas e internacionais sem a regulamentação de bancos e governos, por isso pode sofrer variações na sua cotação de acordo com o país e pode ser negociada livremente entre o comprador e o vendedor inclusive de outros países. Existem várias empresas que funcionam como casas de câmbio para a moeda bitcoin, como Coinbase, Kraken, Bitstamp, BTC China, Blockchain.info, Circle e Mt.Gox, que leremos mais sobre eles a adiante O vídeo a seguir é uma explicação sobre Bitcoin divulgada no site "Bitcoin Foundation".


Revolução

Imagine uma vida sem a manipulação do nosso cruel sistema bancário. Essa nova moeda tem sido motivo de grandes discussões. No dia de seu lançamento estava cotada em US$0,05 e hoje está cotada em US$ 636,32.
Mais que popularidade, essa moeda está causando preocupações no meio econômico. A China bloqueou o câmbio de Bitcoin em dezembro de 2013. As agências reguladoras na China, o ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, a Comissão Regulatória Bancária, a Comissão Regulatória de Títulos e a Comissão Regulatória de Seguros, e o banco central chinês, decidiram pelo bloqueio com a justificativa de proteger os interesses de propriedade do público e tomar precauções contra o risco de lavagem de dinheiro e manter a estabilidade financeira.
Mas mesmo com tantas reviravoltas, mesmo com a notícia da paralisação das atividades da maior operadora de Bitcoin do mundo, MtGox, o site interrompeu as transações no dia 7 de fevereiro e no dia 11 retirou a plataforma do ar, a cotação pelo site MercadoBitcoin no último dia 28, apontava 1 Bitcoin custando R$ 1.419,00.
Fonte: Oficina da Net

03/03/14

Discos de armazenamento em rede: uma nuvem só para mim

Com um disco de rede pode ter um servidor ou uma nuvem pessoal em casa e aceder a conteúdos onde quiser através da Net. Dado o número crescente de aparelhos ligados à rede doméstica, pode ser uma boa solução.

INÍCIO

A informação que produzimos cresce a um ritmo imparável e é essencial que esteja acessível em todo o lado, a toda a hora. Se a esta urgência se juntar um dispositivo móvel, estão reunidas as condições de sucesso para os discos de rede (também designados por discos Network Attached Storage).
Os discos de rede centralizam a informação no mesmo local, que é a casa do utilizador e estão ligados à rede doméstica. Permitem aceder, editar e partilhar os mesmos ficheiros em todos os equipamentos ligados. Os discos de rede têm uma elevada capacidade de armazenamento (mais de 1000 GB), o ideal para música, fotografias e vídeo. Podem ser apelidados de “nuvens pessoais”. Ao contrário da solução cloud habitual, o disco NAS é controlado pelo utilizador e mora sempre na sua rede doméstica, em casa.

Discos de rede vs serviços cloud
Os discos de armazenamento em rede representam um investimento de pelo menos 100 euros. As vantagens são inegáveis: mesmo sem ligação à Internet, tem a informação sempre acessível em casa e a velocidade de transferência é muito superior aos serviços cloud tradicionais.
Para utilizadores mais preocupados com a segurança e a privacidade, saber onde está armazenada a informação é outro aliciante. O utilizador comanda as operações e a transferência da informação não se processa através da Internet, mas apenas dentro da rede doméstica.
Já o serviço cloud clássico (Dropbox e Google Drive, por exemplo) pode ser gratuito (para capacidades mais reduzidas) e garante que a informação está salvaguardada, sobretudo no caso de serviços com software que sincronizam pastas do computador com a cloud. Mantém a informação em duplicado em cada dispositivo e no servidor da empresa.
Fonte: Deco.Proteste

24/02/14

Cientistas descobrem como desligar a dor

A descoberta tem implicações em diversos campos da ciência e pode, no futuro, ajudar milhões de pessoas e animais que sofrem com dores crónicas

Dor: ela é a principal razão para pessoas procurarem médicos. E eles não podem fazer muito além de receitar analgésicos que podem ter péssimos efeitos colaterais

Dor de cabeça, dor na coluna e outros males crónicos podem estar com os dias contados. Uma equipe de cientistas da Universidade de Stanford está próxima de acabar com essas sensações.
Os pesquisadores criaram uma forma de ligar e desligar a dor com a ajuda de um simples feixe de luz fluorescente.
Um artigo sobre o assunto foi publicado na revista científica Nature Biotechnology. Com ajuda de uma terapia genética conhecida como optogenética, os cientistas inseriram proteínas sensíveis à luz – as opsinas – nas terminações nervosas de camundongos.
Após algumas semanas, esses nervos ficaram sensíveis à luz. Então, os animais foram colocados um por um em uma pequena câmara de acrílico com um chão transparente.
Quando a luz azul brilhou através do chão, os ratos se encolheram ou gritaram sinalizando que sentiam dor. Mas a dor logo foi interrompida quando os camundongos foram banhados pela luz amarela, que foi projetada para bloquear os impulsos nervosos.
A descoberta tem implicações em diversos campos da ciência e pode, no futuro, ajudar milhões de pessoas e animais que sofrem com dores crônicas.
A dor é a principal razão para pessoas procurarem médicos. E os médicos não podem fazer muito além de receitar analgésicos que podem ter péssimos efeitos colaterais.
No entanto, ainda existem muitos obstáculos antes de liberar um tratamento optogenético para a sociedade. Isso porque pode ser difícil atingir algumas células nervosas diretamente com a luz. Os cientistas precisam fazer novos experimentos de modificação genética antes de que qualquer tratamento esteja disponível.
E o fim da dor não é o único benefício da optogenética. Recentemente, cientistas descobriram como controlar a fome usando as opsinas e o tratamento com a luz. A tendência é que os cientistas descubram cada vez mais benefícios nesse tipo de tratamento genético.
Fonte: EXAME.com

22/02/14

Portugal, um “parque de diversões” para os surfistas

Como um quadro salpicado de spots sonhados, assim se revela o mapa de Portugal para os surfistas, porquanto oferece, ao longo de 800Km de costa, a que se juntam as ilhas, um "autêntico parque de diversões", pleno de desafios que fazem palpitar o coração. É desta forma que a edição espanhola Condé Nast Traveler se refere às condições naturais que o país proporciona para a prática deste desporto.

No artigo "Surf em Portugal: Deixa-te levar pela corrente", são seis os locais recomendados em Portugal por Arantxa Neyra para os amantes do surf: Ericeira, Peniche, Nazaré, Costa Vicentina e Madeira e Açores.

Recordando o facto de a Ericeira ter sido declarada reserva mundial de surf, o texto identifica ali três spots que se destacam: o da Praia dos Coxos, o de Ribeira de Ilhas e o Reef, caraterizado por fundos rochosos, com boas ondas durante todo o ano.

Em Peniche, igualmente terra de boa gastronomia ligada ao mar, e onde a escolha para surfar é grande, independentemente da prática e destreza de cada um, o destaque vai para a praia de Supertubos.

Sobre a Nazaré, o texto recorda que foi precisamente aqui que o havaiano Garrett McNamara surfou a maior onda de sempre, com 30 metros, pelo próprio definida como "avassaladora".

Quanto à costa vicentina, que a Condé Nast Traveler considera apresentar um dos litorais mais bem conservados da Europa, o destaque vai, nomeadamente, para os mais de 20 spots de primeira e para "praias selvagens e pouco concorridas".

No que à Madeira diz respeito, é salientado o Jardim do Mar, indicado para os especialistas, e nos Açores são referência as ondas nas ilhas de São Jorge e de São Miguel.

Fonte: Welcome

12/02/14

Faro vai ser a primeira 'Smart City' de Portugal

O valor deste apoio representa um investimento estimado em 400 mil dólares (292 mil euros)
A cidade de Faro recebe, durante três semanas, especialistas internacionais da IBM que querem tornar a cidade num local melhor para viver e trabalhar. A capital algarvia foi a vencedora da Iniciativa Smarter Cities Challenge e o objetivo dos especialistas é recomendar melhorias estruturais, sobretudo no que diz respeito à economia do mar. 

O Smarter Cities Challenge foi lançado pela IBM (empresa dos EUA voltada para a área da informática) em 2010 enquanto parte integrante dos programas de Cidadania Corporativa da Companhia. O programa pretende criar cidades mais inteligentes em todo o mundo e endereçar alguns dos maiores desafios enfrentados pelos centros urbanos.

A equipa é constituída por cinco elementos, três norte-americanos, um irlandês e um português, e reúne competências nas mais diversas áreas. De entre os especialistas há um diretor de Water Research, uma Senior Managing Consultant, uma líder de Recursos Humanos, um Diretor de um Centro de Excelência de Serviços e um líder de Smarter Cities.  

Os especialistas vão trabalhar em conjunto com a Câmara Municipal, entidades públicas, associações locais, pequenos e médios empresários e demais stakeholders, por forma a analisar toda a informação disponível com vista à criação de um conjunto de recomendações.

Fonte: BoasNoticias

03/02/14

Novos Cursos Ensino Superior

Neste momento, sabe-se que além das licenciaturas, mestrados e doutoramentos, no próximo ano letivo deverá haver a possibilidade de estudar para um novo grau académico: o de Técnico Superior Profissional, que é uma "espécie de meia licenciatura", exemplificou o secretário de estado.

Os novos cursos destinam-se a jovens com mais de 18 anos que tenham terminado o secundário ou a quem falte apenas uma disciplina para terminar o 12.º ano, disse Ferreira Gomes, explicando que no caso de não terem o secundário completo, os alunos podem fazer as disciplinas que faltam "ao longo do 1.º ano" do curso superior.

Os cursos também vão implicar o pagamento de uma propina anual, que será fixada pelos politécnicos. Segundo Ferreira Gomes, o valor máximo da propina não poderá ultrapassar o valor das licenciaturas "mas, provavelmente, será um valor menor".